A esquerda não tem humor e nem tolerância

A patota “não-burguesa” (eles adoram isto) morre de rir com o Lil´Bush na televisão, mas não pode ouvir uma piada sobre o presidente da Silva, seus ministros, amigos ou sobre Celso Daniel, FARC, dólares na cueca, etc que já quer entrar na Justiça.

Aliás, antecipar campanha em desrespeito às leis, para eles, pode.

Interessante a falta de humor e de tolerância deste pessoal. Será que um dia conseguirão rir de uma piada de português que envolva um sindicalista de nove dedos? Ou sobre um mensaleiro com um papagaio no ombro? Ou, quem sabe, de um japonês petista que não entende o que significa “novalgina”?

Política, para este pessoal, só tem pluralismo no nome. Na prática, quem discorda é, como direi, um “criminoso comum”. Como aquele que o presidente viu morrer em Cuba, em greve de fome.

O poder do funcionário público (que não gosta de ser chamado de servidor público)

Um oficial da Polícia Federal vai a uma fazenda, no interior de Pernambuco e diz ao dono, um velho fazendeiro:

“Preciso inspecionar sua fazenda por plantação ilegal de maconha!”

O fazendeiro diz: “Ok, mas não vá naquele campo ali.” E aponta para uma certa área.

O oficial p’ da vida diz indignado:

“O senhor sabe que tenho o poder do governo federal comigo?” e tira do bolso um crachá mostrando ao fazendeiro: “Este crachá me dá a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Me fiz entender?”

O fazendeiro todo educado pede desculpas e volta para o que estava fazendo.

Poucos minutos depois o fazendeiro ouve uma gritaria e vê o oficial do governo federal correndo para salvar sua própria vida perseguido pelo Santa Gertrudes, o maior touro da fazenda.

A cada passo o touro vai chegando mais perto do oficial, que parece que será chifrado antes de conseguir alcançar um lugar seguro. O oficial está apavorado. O fazendeiro larga suas ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças de seus pulmões:

“Seu Crachá, mostra o seu CRACHÁ.”

Nepom

O Nepom, mais uma vez, divulgado. Desta vez, em uma matéria extremamente bem redigida – e de narrativa envolvente – mas que não posso disponibilizar sem autorização. Fica aqui o registro. Só dois trechos:

“O modelo não é humano, mas também erra”. (Rômulo Muzzi, referindo-se ao principal modelo econométrico que usamos).

“Em um mundo em que Henrique Meirelles é Claudio Shikida, em que o prédio do Banco Central fica no bairro Savassi, em Belo Horizonte, e em que o Comitê de Política Monetária se chama Núcleo de Estudos de Política Monetária, a Selic permanece inalterada amanhã”. (Abertura da matéria).

O que Pigou achava de impostos pigouvianos?

As strange as it may seem, Pigou did not believe that government could improve human well being by fine-tuning behavior with taxes, subsidies, and regulation. His concern was grounded in what we today call Public Choice. He did not accept the notion that politicians, given constitutional constraints, would be capable of implementing an efficient and effective set of taxes and subsidies. Put simply, he did not believe the politicians could get the calculations right. Instead ofmaking things better, the chances were just as good that things would be made worse. Instead of keeping faith with implementing a welldesigned tax, the politicians’ interest would be deflected to writing loopholes for favored interest groups and finding ways to generate evermore revenue.

In 1932, after describing the theoretically ideal outcome that could be achieved by his much-discussed mechanisms, Pigou confronted the politics of the problem and wrote:

“[W]e cannot expect that any public authority will attain, or will even wholeheartedly seek, that ideal. Such authorities are liable alike to ignorance, to sectional pressure and to personal corruption by private interest. A loud-voice part of their constituents, if organized for votes, may easily outweigh the whole.”

Mais debates

O pessoal “progressista” tem fugido dos debates. Nem assistiram o Fórum da Liberdade (cujo melhor resumo foi o do pessoal do IMB – que nem sempre gosta deste blogueiro) e não conseguem parar de reclamar da “grande imprensa” por conta de suas “eleições 2010”.

Claro que gostariam de uma ajuda externa, mas o escândalo da mala venezuelano-argentina voltou à tona, deixando-os calados. Isto sem falar do presidente deposto legalmente (embora com atuação das forças armadas) lá de Honduras que, com a mesma interferência imperialista cubano-venezuelana, tentou mudar o regime político de seu país de maneira ilegal.

Com tanta derrapada, é natural que eles apenas entrem nos blogs e façam aqueles comentários em letras garrafais, português sofrível como crianças mimadas em dia de estudo de matemática para a prova.

Enquanto a birra continua, outros pensam e exercem seu poder crítico e de argumentação (= inteligência) em debates sérios como este, obviamente, longe da selva.

O Brasil não tem um candidato verdadeiramente comprometido com as minorias

Por que? Porque nenhum é favorável à maior liberdade econômica.

Clique na imagem acima para descobrir mais sobre a falta que a liberdade econômica significa para o bem-estar social (sim, este mesmo, que o pessoal insiste em dizer que nada tem a ver com o bom funcionamento dos mercados, como se a gravidade nada tivesse a ver com o fato de você não estar flutuando neste exato momento…).