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A tal democracia participativa

Nos anos 80, hordas de cientistas políticos e (s)ociólogos (Ah, Gaspari…) buscavam seu bezerro de ouro: um partido proletário que não os fizessem ir às ruas metralhar pessoas e que sustentasse suas crenças socialistas com um zelo quase Al-Qadariano e uma preocupação intensa com o marketing político divulgando a mensagem divina: somos éticos.

Um dos sintomas deste comportamento, divulgado aos quatro ventos pelos seguidores desta fé, era: “nosso partido faz prévias, os dos “coronéis-oligarcas” não faz. “Nossos militantes são espontâneos, é um partido de base”.

Isto tudo acabou aos poucos. Mas a pá de cal veio em 2010.

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Quando o editor é um picareta

SB traz mais um artigo científico que trata do tema dos editores e pareceristas sem-vergonhas. Pior de tudo é ver artigos inéditos sobre temas atuais esperarem dois anos SEM parecer algum porque o editor achou que o trabalho (de editor) era muito chato. Ou mesmo artigos esperarem um ano, SEM parecer algum e o editor ser incapaz de explicar porque sua instituição promove um seminário com o mesmo tema do artigo sem que a idéia tenha tido algo a ver com o mesmo (pode-se até conceder o direito da dúvida, mas é incrível como a falta de resposta é sempre a regra).

Claro que editores e pareceristas não gostam da acusação de terem interesses próprios. Mas o que fazer se nem eles conseguem separar o que é positivo e o que é normativo? Ou quando fazem questão de ignorarem o que ensinam (que incentivos importam)?