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Marketing pobrão

Uma de minhas primas tem o termo correto para coisas como esta relatada pelo Philipe: coisa de pobrão.

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Estratégia empresarial dos sem-terra

O discurso é socialista, mas a prática é puro capitalismo: incentivos, interesses…. Meus jovens alunos de microeconomia geralmente imaginam que este povo é maluco porque pensa apenas no discurso que ouve. Se lessem um pouco mais os jornais – e blogs como o do Erik – perceberiam que o perigo é mais real do que imaginam.

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História Econômica séria: dinâmica e sempre inacabada (três exemplos simples)

1. Keynes falava do preço que a República de Weimar teria pago com o Tratado de Versalhes. Será que ele estava certo?

2. A independência do Banco Central não era algo que entusiasmava Milton Friedman. O que a história nos diz?

3. Max Weber foi interpretado como o primeiro a enunciar o argumento de que a religião importa para o desenvolvimento econômico. A história pode lhe dar razão?

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Esqueça os pedabobos brasileiros…

…a revolução educacional começou nos EUA, obviamente construída sobre anos e anos de estatísticas acumuladas e analisadas. Enquanto os pedabobos daqui falam impropriedades sobre o que não entendem (“imperialismo”, “neoliberalismo”, etc), inventam histórias sobre “direitos adquiridos de segunda, terceira, quarta geração” e chamam as técnicas de ensino de “arcaicas”, o hiato entre a selva e a civilização só aumenta.

p.s. sim, há exceções honrosas, mas eu não as conheço. Como eu sei que existem? Princípios básicos de estatística, claro.

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Os interesses da ONGs

No Brasil o assunto faz tremer muita gente. Entretanto, ciência é ciência e estudar os incentivos que movem as ações das ONGs é mais do que importante. Afinal, muitos deixam nas mãos deste pessoal o destino de coisas como a ajuda humanitária no Haiti.

Bill Easterly tem sido um excelente crítico das “ajudas internacionais” e, pelo visto, ele não está mais sozinho.

p.s. Easterly revolucionou o campo de desenvolvimento econômico ao trazer novas variáveis para a análise no artigo fulcral (opa!) que escreveu com Ross Levine lá pelo início do século XXI.