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O mercado é míope no que diz respeito à política fiscal?

Na minha leitura, o último ensaio desta dissertação interessante sugere que, no Brasil, o mercado não percebe corretamente o que seria o tamanho ótimo do governo.

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Bolsa-Família e fraudes

A teoria econômica aponta claramente o risco que o contribuinte corre ao deixar que o governo não investigue a possibilidade de fraudes no Bolsa-Família. Detalhes aqui.

p.s. mais detalhes sobre as implicações políticas deste tipo de transferência aqui e aqui.

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Copulas em Macroeconomia

No início da crise mundial “notada” lá pelo final de 2008, veio à tona a discussão sobre o uso de certas ferramentas estatísticas em Finanças, especificamente, as “copulas”. Se não me falha a memória, o Laurini deu várias explicações sobre a dita cuja e outros blogueiros próximos a este foram críticos quanto ao seu uso em Finanças.

Mas, e em Macroeconomia? Há alguma aplicação para as copulas? Bem, veja o que diz Kevin Dowd em um artigo de Junho de 2008.

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Doença linguística

Why Do English-Speaking Countries Run a Trade Deficit? The Curse of Commercial Languages

Yener Kandogan – University of Michigan-Flint

Abstract With the advance of globalization, English has become the language of commerce. While this lowers the trade costs for other countries, the opposite is not necessarily the case for English-speaking countries. This paper first provides empirical evidence that trade deficit is chronic in the US and in other English-speaking countries. It then compares the situation in countries where other commercial languages are the official language. Using a theoretically-grounded gravity model, it concludes that commercial language is a significant factor behind this phenomenon. Industry level analysis show support for this effect, which is more pronounced in industries where consumers prefer products with instructions or information. Such information is widely provided in major commercial languages.