Uncategorized

História Econômica do Brasil – Federalismo fiscal em 1891-1930

Endowments, Fiscal Federalism, and the Cost of Capital for States: Evidence from Brazil, 1891-1930
André C. Martínez Fritscher – Aldo Musacchio
Abstract
There is a large literature that aims to explain what determines country risk (defined as the difference between the yield of a sovereign‘s bonds and the risk free rate). In this paper, we contribute to the discussion by arguing that an important explanatory factor is the impact that commodities have on the capacity to pay. We use a newly created data base with state-level fiscal and risk premium data for Brazil states between 1891 and 1930 to show that Brazilian states with natural endowments that allowed them to export commodities that were in high demand (e.g., rubber and coffee) ended up having higher revenues per capita and, thus, lower cost of capital. We also explain that the variation in revenues per capita was both a product of the variation in natural endowments (i.e., the fact that states cannot produce any commodity they want) and a commodity boom that had asymmetric effects among states. These two effects generated variation in revenues per capita at the state level thanks to the extreme form of fiscal decentralization that the Brazilian government adopted in the Constitution of 1891, which gave states the sole right to tax exports. We end by running instrumental variable estimates using indices of export prices for each state to instrument for revenues per capita. Our IV estimates confirm our results that states with commodities that had higher price increases had lower risk premia.

Como sempre digo, história econômica se faz e se entende com esforço intenso e com muito cuidado. Há quem pense que a área é parente próxima dos contos de fadas que se lê para criança dormir: inventa-se uma história e cita-se alguns clássicos como os irmãos Grimm ou o nosso velho e genial Câmara Cascudo.

Mas há também gente séria e trabalhadora que não tem tempo para se envolver em políticas ou panelas acadêmicas porque está muito ocupada tentando fazer da área uma coisa séria.

Só de passar os olhos pelo texto você percebe que é mais um na tradição recente de uma história econômica brasileira de melhor qualidade. Novamente, divulgo alguns nomes responsáveis por esta mudança positiva na área de história econômica: Fábio Pesavento, Thomas Kang, Renato Marcondes, Renato Colistete, Ulysses Gamboa, Leo Monasterio, Felipe Tâmega, dentre outros.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s