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Bancos Centrais e a crise

The Effectiveness of Central Bank Interventions During the First Phase of the Subprime Crisis

Frank, Nathaniel & Hesse, Heiko

This paper provides evidence that central bank interventions had a statistically significant impact on easing stress in unsecured interbank markets during the first phase of the subprime crisis which began in July 2007. Extraordinary liquidity provisions, such as the Term Auction Facility by the Federal Reserve, are analyzed. First a decomposition of the Libor-OIS spread indicates that credit premia increased in importance as the crisis deepened. Second, using Markov switching models, central bank operations are then graphically associated with reductions in term funding stress. Finally, bivariate VAR and GARCH models are adopted to econometrically quantified these impacts. While helpful in compressing Libor spreads, the economic magnitudes of central interventions have overall not been very large.

Bancos Centrais importam? Os temíveis “patinadores” e “desindustrializadores” banqueiros centrais deveriam ser reverenciados pelos seus críticos (principalmente os com baixo estoque de capital humano)? Eis uma pergunta que geralmente eu me faço e cuja resposta eu já sei…

O mais importante é notar que não é de críticas bonitinhas, com retórica de briga de futebol, que você ganha o debate. É com medidas de custo e benefício. Qual o impacto líquido das ações do Banco Central? Mede aí, rapaz. O que deu? Mostre os resultados, vamos discutir a metodologia. Assim é que se faz Ciência Econômica. O resto é oba-oba.

5 comentários em “Bancos Centrais e a crise

  1. Muito bom.
    e o impacto do BC na criação das condições de liquidez que levaram a alocação ineficiente de capital e , posteriormente, a crise ?

    BC ajudou a mitigar crise ? ótimo.

    Será que também não deu combustível para inflar a bolha ? pense nisso.

    Roberto

    1. Boa! Eis um cara bom de serviço. James Hamilton. Mas entre errar a mão e “patinar” como dizem nossos “torcedores” contra o Banco Central vai uma diferença de qualidade no argumento que não é brutal. É mais que brutal. Valeu pela dica, roberto!

  2. pois é.

    O BC brasileiro vem operando de forma bem razoável, apesar de cometer vários erros como qualquer ser humano, e servir de plataforma politica para alguns. Acho que a critica heterodoxa de que deve-se reduzir juros na marra e ignorar as metas de inflação é absurda, até dado a nossa história de inflacionismo.

    Já o FED é outra coisa, tem muito gringo de peso contra o FED, como os austriacos, e o proprio Ron Paul, alegando que o FED cria bolhas de crédito e tem atuação “politiqueira” implicita.

    O BC brasileiro não é nada perto do FED, e do impacto do banco americano na economia mundial.

    parabens pelo blog.

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