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Mercado de encontros (marketing na prática)

Al Roth fala sobre o mercado de encontros românticos.

What do you get when you cross an online dating site with speed dating? Virtual Date… Here’s an interesting paper on adding some texture to the online dating marketplace.

Frost, Jeana H., Zoe Chance, Michael I. Norton, and Dan Ariely. People Are Experience Goods: Improving Online Dating with Virtual Dates. Journal of Interactive Marketing 22, no. 1 (winter 2008): 51-62.

Abstract: “We suggest that online dating frequently fails to meet user expectations because people, unlike many commodities available for purchase online, are experience goods: Daters wish to screen potential romantic partners by experiential attributes (such as sense of humor or rapport), but online dating Web sites force them to screen by searchable attributes (such as income or religion). We demonstrate that people spend too much time searching for options online for too little payoff in offline dates (Study 1), in part because users desire information about experiential attributes, but online dating Web sites contain primarily searchable attributes (Study 2). Finally, we introduce and beta test the Virtual Date, offering potential dating partners the opportunity to acquire experiential information by exploring a virtual environment in interactions analogous to real first dates (such as going to a museum), an online intervention that led to greater liking after offline meetings (Study 3).”

Impressionante como o pessoal de outras áreas – como o marketing – pode ganhar perdendo o medo de estudar amostragem, inferência, etc.

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Não existe almoço grátis

No Estado de Minas deste domingo, uma entrevista comigo e com o coordenador do Procon Assembléia sobre o tema.

Para o leitor interessado, recomendo a leitura deste livro. Mais ainda, pense no meu exemplo da pescaria. Se um sujeito pesca e te dá o peixe, o peixe não saiu de graça. Por que? O pescador aplicou parte de seu tempo na pescaria enquanto poderia estar em casa trabalhando em sua oficina.

Concluímos que existe um custo e, pela bondade do pescador, não houve pagamento. Isto significa que ele arcou com o custo sozinho. Por que é bom que as trocas sejam voluntárias e não impostas por alguém? Porque aqueles que quiserem vender o peixe podem fazê-lo. Aliás, aqueles que quiserem pescar serão livres para fazê-lo. Quando esta liberdade inexiste, pessoas são obrigadas a fazerem o que não querem com seu tempo (pense no exemplo mais cruel da história: a escravidão) e, certamente, não serão muito dedicadas em suas tarefas.

Não existe almoço grátis e, veja só, esta é a melhor forma de organização social de uma economia. Interessante, não?

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Matinais

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O ouro da Coréia do Norte, a guerra suja e a realidade

Eu me espanto sempre com a falta de espírito investigativo de alguns. Fala-se em “guerra suja”, em “ditadura” e tudo o mais quando sabemos que o que houve foi uma luta entre dois autoritários, ambos entusiastas de regimes ditatoriais: a direita e a esquerda (na divisão para fins didáticos que geralmente se usa).

A investigação sobre a tal “Operação Condor” já deve ter recebido até muito recurso de fundação educacional brasileira e americana. Ótimo. Já sabemos mais sobre nossa história. Mas e o ouro de Cuba? E a Coréia do Norte? Por que tanto desânimo para se investigar as conexões – igualmente sombrias – da esquerda brasileira com ditaduras internacionais?