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Alice

Isto deve ser uma tremenda oportunidade para se estudar orçamento de famílias…

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Dialética de Verissimo

Verissimo tenta, sempre que pode, disseminar sua ideologia “pró-você-sabe-quem” em suas inocentes crônicas. Eu poderia escrever um livro como “Como ler o Pato Donald” só para este cronista. É um direito de qualquer um disseminar suas idéias (nazistas, comunistas, etc inclusos). Não vejo problema nisto. Por isso eu morro de rir ao ver que a prática do cronista – segundo o Marcelo – é uma perfeita contradição.

Não deixa de ser uma consequência não esperada da crônica do autor: pode-se rir de sua contradição lógica ou, claro, aplaudir-se-lhe o apego à dialética. Hic Rhodus, hic, salta!

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Muito barulho por nada

Então a Polícia Federal prendeu a dona da Daslú, fez um espalho com esta ou aquela operação, etc. Ok, palmas para os defensores da probidade e do bom servidor público. Mas, vamos para além das cortinas, para os camarins, que ficam atrás do palco. Quanto do roubo foi realmente recuperado?

O problema levantado pelo Marcelo é importante. Do ponto de vista da economia, toda transferência de renda de um bolso para outro, por exemplo, via suborno, não é considerada perda social. Ok. Mas sabemos que transferências ilegais, não-voluntárias, são ligeiramente (eu disse “ligeiramente”?) distintas.

Seria bom ir além. Quanto dos roubos comuns são recuperados pelos nossos defensores da ordem pública? Quanto se perde? Se você paga impostos, esta é uma pergunta relevante. Afinal, você sustenta o aparato policial que diz te defender. Ao ler o texto do Marcelo não é possível não se lamentar sobre o estado atual das coisas, neste sentido…