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A OEA e a Venezuela

Bom texto que mostra como a OEA rasgou seus princípios originais e entrou num jogo político perigoso para a região.

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Como diminuir custos na crise?

Eis uma opção de diminuição de custos adotada no Japão: sharing. A matéria mostra como as pessoas não podem ser realmente consideradas não-racionais quando seu interesse está em jogo. Esta história toda de irracionalidade é muito engraçada. Em 1999, na ANPEC, comentei um artigo e citei o trabalho de Byran Caplan sobre irracionalidade racional.

Embora 9 entre 10 economistas brasileiros se diga “original”, “contra-a-corrente” e tenha outras supostas qualidades “descoladas”, “alternativas” do tipo “outra teoria econômica é possível”, nenhum deles levou à frente a discussão. Uma pena. Para mim, a notícia tem tudo a ver com isto: quanto mais você depende da racionalidade para viver, mais você busca incentivos racionais para minimizar custos.

Vale a pena ler o trabalho de Caplan, resumido em seu livro sobre os incentivos no mercado político (The Myth of the Rational Voter).

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Por que o cara do livro é melhor do que eu?

A arrogância e o bom senso. O leitor deste blog sabe do que falo. Até Peter Boettke enfrenta este tipo de gente.

[one dialogue I saw recently at another site devoted to Austrian economics actually had a commentator “admit” that he was a relatively well-read 17 year old in economic theory so he was comfortably attacking Horwitz, White, Selgin, and he even threw in an obligatory insult at Tyler Cowen; on that same site in a discussion on the fine points of monetary theory one commentator used the name of “Lord Buzungulus, Bringer of the Purple Light” and a debate raged with others taking the comments made by the Lord as serious!]. How is intellectual progress going to take place under such absurd conditions of dialogue?

O pior que pode acontecer é o sujeito aplicar um PAC no currículo (com a ajuda da burocracia) para tentar se impor pelo argumento da autoridade. Aí você tem o pior dos dois mundos: um comentarista não-anônimo mas que, com o beneplácito da burocracia, pode se fingir de Hércules quando, na verdade, não chega nem em um Jeca (e não me refiro ao famoso Jeca Tatu, mas sim a um daqueles John Doe que abundam nas caixas de comentários).

No final, se eu pudesse ajudar o prof. Boettke, eu diria apenas: esqueça os comentários. Eles não são relevantes. É um pouco mal educado com os escassos bons comentaristas, mas é muito próximo da verdade, estatisticamente falando…