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Como foi a manhã do dia 29 de Junho em BH (06:30~06:45 am)

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História econômica do Brasil…de verdade

The Western Expansion as a Common
Pool Problem
The Contrasting Histories of the Brazilian and
North American Pioneers
By FERNANDO ZANELLA and CHRISTOPHER WESTLEY*
ABSTRACT. Before the year 1600, Brazil and the United States were
very similar regions in terms of geographic development and colonial
status, and yet both countries developed in remarkably different ways.
In this article, we apply institutional analysis and the common pool
approach to explain differences in the western expansion of Brazil
and the United States. We find that (i) such analysis complements
much of the previous literature that heretofore explained differences
in these regions using sociological and ideological analytical tools, and
(ii) the theory that the distinctive behavior between the Brazilian
bandeirantes and the North American pioneers is due to sociological
factors is refuted.

The Western Expansion as a Common Pool Problem – The Contrasting Histories of the Brazilian and North American Pioneers

By FERNANDO ZANELLA and CHRISTOPHER WESTLEY

ABSTRACT. Before the year 1600, Brazil and the United States were very similar regions in terms of geographic development and colonial status, and yet both countries developed in remarkably different ways. In this article, we apply institutional analysis and the common pool approach to explain differences in the western expansion of Brazil and the United States. We find that (i) such analysis complements much of the previous literature that heretofore explained differences in these regions using sociological and ideological analytical tools, and (ii) the theory that the distinctive behavior between the Brazilian bandeirantes and the North American pioneers is due to sociological factors is refuted.

Onde achei isto? Bem, o proprio Zanella me confidenciou. Mas eis aqui onde foi publicado: American Journal of Economics and Sociology, Vol. 68, No. 3 (July, 2009).

Quem disse que a história econômica do Brasil só existe em livro não revisado de economistas falecidos? A história econômica é bem mais interessante e rica do que querem alguns.

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As origens do Banco Central do Brasil e do FED: duas histórias de grupos de interesses…

Gustavo Franco tem um breve, mas importante, artigo sobre as origens políticas do Banco Central Brasileiro. Creio que complementa muito do que se lê por aí sobre a famosa relação “incestuosa” do Banco do Brasil com a autoridade monetária e, claro, a famosa Sumoc.

Ok, este é um tema que merece um trabalho monográfico.

Em nível internacional, há também um recente trabalho que merece citação. Trata-se de indagação similar, mas relativa ao FED. De autoria de Tomas Otahal, o artigo usa a Escolha Pública como fundamento teórico para reinterpretar a origem da mais poderosa autoridade monetária de nossos tempos.

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Boa e má economia

Luz no fim do túnel:

Saiu uma matéria péssima no caderno de fim de semana do valor entitulada “Por uma realidade plural”. O conteúdo era aquela eterna ladainha sobre e economia ortodoxa ter um pensamento único que ignora que o ser humano é mais do que uma funão utilidade, blá, blá, blá. Pior, os entrevistados dizem que a crise financeira PROVA que a economia ortodoxa está errada. Esse papo existe há décadas e a economia ortodoxa continua sendo ortodoxa. E vai continuar sendo, com ou sem crise.

Acho que os críticos e os criticados ganhariam muito se deixassem de lado essa separação ortodoxia/heterodoxia. Eu dou dois motivos. Primeiro, essa separação fica cada vez mais cinzenta, com vários pesquisadores que usam função utilidade e econometria boa chegando a resultados que classicamente são conseiderados “heterodoxos”. Segundo, muitas vezes é difícil saber se a crítica é direcionada ao projeto de pesquisa em si ou ao resultado. Isto é, sempre que se encontra um resultado que vai contra o que o crítico acredita, a faz-se uma crítica sobre o método, disfarçando o alvo verdadeiro, que, no caso, seria o resultado.

Rafael está correto. Os heterodoxos de quermesse – perdão, Alex, não resisti – adoram usar a estratégia da dupla face (duas caras) sempre que podem. Por um lado falam generalidades pseudo-filosóficas em jornais, entrevistas e blogs sobre o fim do mundo, da economia dita neoclássica e outros papos de boteco. Já, por outro lado, nas catacumbas dos encontros científicos, usam econometria (opa, opa, o mundo não é ergódico, tia Tereza!) e outros métodos que condenam em frente ao grande público como meio de se venderem como excelentes pesquisadores.

Exceções de praxe, este é o comportamento mediano da patota. Não pense que isto ocorre só aqui, no Brasil. Alguns economistas mimetizam seus colegas das Ciências Sociais (os de quermesse, entenda-se bem) e se acham doutrinadores, promovendo um discurso mal-educado, agressivo, no qual o insulto é a regra. E olha que nem estou falando dos pterodoxos de quermesse…

O desenvolvimento da economia no Brasil, eu já disse, é um fenômeno interessante e que deveria ser melhor estudado.

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Novos partidos políticos

Tenho acompanhado mais ou menos de perto o desenvolvimento de duas novas agremiações políticas. Agora, ambas estão em fase final do processo de criação legal. Um deles, o Partido Federalista, já iniciou sua campanha oficialmente. O outro, o Liber, apenas fez sua fundação informal e está com um site bem desatualizado.

Alguns já me disseram que, como tudo no Brasil depende de uma suposta herança cultural, então os novos partidos não se diferenciam muito dos atuais. Afinal, são todos brasileiros. Será que isto é correto? Qual a diferença entre federalistas e libertários e o restante dos partidos? Honestidade é um pré-requisito, mas não é condição suficiente para se fazer algo novo.

Enquanto aguardo mais novidades, convido o leitor a visitar ambos os sites.