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Gente selvagem

Estupidez não tem preço.

Hoje, no almoço, presenciei um motorista destes carrões da KIA (ohhhhhhhh!) tentar entrar numa vaga entre dois carros. O de trás era um Mercedes. O motorista (homem, diga-se de passagem) foi capaz de carimbar a frente do Mercedes CINCO VEZES. Não satisfeito, desceu do carro e nem checou se arranhou a propriedade alheia.

Gente assim é que me faz pensar sobre a proximidade entre o homem e o porco e no quão ofensivo isto é para o segundo.

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O preço da ditadura (e da liberdade) é a eterna vigilância?

Interessante índice de “Estados Policiais” (Eletronic Police States) foi divulgado hoje. Leia mais sobre a metodologia aqui. Na verdade, trata-se de policiamento eletrônico (vigilância sobre os indivíduos por meio de câmeras ou coleta de informações na Internet).

Certamente há o que falar sobre os dados e sobre sua coleta. A amostra, claro, inclui o Brasil. Por curiosidade, mera curiosidade, fiz umas correlações com o índice de liberdade econômica da Heritage Foundation e com o de Estados Fracassados (Failed States Index) da Fund for Peace (ambos devidamente referenciados no item “bases de dados” ao lado).

Para ler os gráficos abaixo tenha em mente:

Economic Freedom (quanto maior, maior a liberdade econômica), Failed Index (quanto maior, mais fracassado o Estado) e o Eletronic Police States (quanto maior, maior a vigilância). Todos referentes a 2008.

From Drop Box
From Drop Box

Todo sujeito mais ou menos liberal sabe que um Estado pode ser eficiente se proteger as pessoas de agressões às suas liberdades. Talvez as correlações acima sirvam para um pontapé inicial – e bem rasteiro – sobre este problema. Afinal, existem incentivos para que o Estado aumente seu poder de vigilância sobre os indivíduos sem que, necessariamente, isto signifique uma vida melhor para todos.

Como economista, eu sempre tento pensar, primeiramente, na existência de tamanhos ótimos para algumas variáveis, sejam os ótimos no mínimo ou no máximo. Foi assim que pensei, inicialmente, nos tópicos deste post.

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Como o Banco Central do Brasil sabotou os pesquisadores

Há mais meses alguns alunos – e colegas de profissão – reclamam do sistema de base de dados do Banco Central. Há motivos? Bem, há e a falta de correção é uma vergonha para a instituição. Afinal, fica sempre aquela piada com a tal “transparência” que o governo adora citar em suas páginas. Eis o motivo (clique na figura para ampliar):

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Em resumo, com o algoritmo errado, ninguém mais consegue acesso aos dados das “séries temporais” do Banco Central do Brasil. Um erro como este, claro, pode ser corrigido rapidamente. Mas já se passam meses? A quem interessa a perpetuação do erro?

Ou o Banco Central corrige isto, ou ninguém mais confiará que a instituição realmente queira divulgar seus dados com transparência. O povo do IPEA deve estar muito feliz. Não apenas falam mal de qualquer meta de inflação como possuem uma base de dados que funciona.  Não apenas eles, mas tantos outros cabeças-de-Word e os tradicionais ingênuos…

Vamos lá moçada do Bacen. Mostrem que são melhores do que os boatos.