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Alunos inspirados

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Obesidade ótima e sub-ótima

Obesity as Market Failure: Could a ‘Deliberative Economy’ Overcome the Problems of Paternalism?
Paul Anand and Alastair Gray (KYKLOS, Vol. 62 – 2009 – No. 2, 182–190)

SUMMARY
The paper argues that the problem of obesity can usefully be seen as illustrating a new kind of market
failure. At the heart of such failures is the emergence of a sub-optimal choice environment which, though
derived from a large number of small individual optimising decisions, is not the choice environment that
peoplewould choose if they were able to choose the environment itself. This idea is claimed to be consistent with modern economic theories of freedom of choice and applicable particularly to choice environments that emerge in highly competitive market situations. The retail supply of food and consumer credit is discussed by way of example.Concluding, the paper develops the concept of a ‘deliberative economy’ as an alternative to liberal paternalism and explores conditions under which such an approach to social choice might deliver desirable outcomes.

Mais um artigo na fronteira da Teoria Econômica. Ao invés de choramingar, o pesquisador sofre com as dificuldades, mas não desiste. Talvez os insights destes dois autores possam nos levar a um novo nível teórico. Senti mesmo falta foi daquelas boas e velhas equações de otimização.

Agora, esta história de meta-jogo me parece mais antiga. Lembro sempre dos jogos ocultos do Tsebelis ou do início da Economia Política Constitucional, nos anos 90, com James Buchanan. A idéia é sempre a de que estamos diante de alguma variável – até então exógena – que deveríamos começar a estudar. 

p.s. Mais ou menos assim também se iniciou aquela área de economia comportamental. Como bem disse Byran Caplan em algum artigo, antes assumíamos preferências constantes (muiiiiito constantes) porque não tínhamos elementos para pesquisa (dados). Só com base na pterodoxia de boteco não se vai muito longe em pesquisa (já em política…). Mas com a neuroeconomia, com a economia experimental e demais, hoje, as possibilidades são muito, muito bacanas. Sorte dos que vieram após esta geração…

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Um mundo sem bancos centrais

Já citei a entrevista de Selgin aqui. Mas Arnold Kling tem outras ótimas observações sobre o problema. Especialmente em termos de sinalização. Vejamos:

The question I have is whether a system of government guarantees produces an overall higher level of economic growth. It could do so by giving people more confidence in financial intermediaries on average through time.

It could be that putting the symbol “FDIC insured” on the door of banks is a very inexpensive signaling mechanism with a lot of social benefits. It could be argued that without that signaling mechanism, financial intermediation would be much more costly than it is today.

I am not saying that this is definitely true. However, I do think that it is the key issue in banking theory. It is all about the costs and benefits, including moral hazard and regulatory costs, of different signaling mechanisms.

Observe que, o problema não é necessariamente ter ou não um banco central, mas sim a forma de sinalizar a reputação.