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Cotas próximas às eleições

É um câncer na política brasileira esta história de criar privilégios segundo o calendário eleitoral, não? A discussão, agora, é a das cotas. Leia aqui. O que está em jogo é a destruição ou não do capital humano brasileiro. Pode-se retardar o desenvolvimento por décadas com políticas burras ou pode-se desacelerá-lo por décadas com políticas tolas. Claro, há sempre a possibilidade de uma política burra/tola dar errado e o crescimento não ser prejudicado.

Mas pense bem nas questões que Simon levanta antes de reclamar de “vôo da galinha”…

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As duas caras

Although Brazil has no official list of terrorist groups and does not recognize the Revolutionary Armed Forces of Columbia (FARC) as a terrorist organization, President Luiz Inácio Lula da Silva has been critical of the FARC’s use of violence and has publicly called on the group to desist in the armed struggle against the Colombian government. President Lula also signaled a renewed commitment to cooperate with the Colombian government that could help curtail the FARC’s activities along Brazil‘s border. In July, Lula and Colombian President Alvaro Uribe signed bilateral accords to cooperate on combating the illicit trafficking of weapons and munitions; to enhance defense cooperation; and, together with Peru, to combat the trafficking of drugs, weapons, and munitions by increasing intelligence sharing and joint patrolling of border riverways.

Estar em cima do muro não é tucanice, é lulice. Ironias à parte, o relatório completo é uma boa fonte de estudos para os interessados na evolução do terrorismo no Brasil, no continente, e no mundo. 

O que enfraquece o poder de fogo do Brasil? A leniência com o terrorismo no campo e, claro, os interesses dos que lavam dinheiro. Aliás, em muitos casos, estes interesses coincidem…

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Presidente irritadinho

Uma propaganda irritou o presidente. Do que ela trata? Do seu direito de poupar e do “direito” do governo alterar as regras da poupança quando lhe convém. O que irrita o sr. da Silva? Ser comparado com o presidente Collor. Talvez ele ignore o “mensalão” (onde estão os envolvidos?), mas não vejo nada demais na propaganda. Você anuncia que vai mexer na poupança, não diz como, e quer sair desta como “o cara” bacana? 

Péssimo. Além disso, como já lembrou o SB, gente que precisa, não usa o SUS. Ou seja, o sistema de saúde público não é confiável para as elites. Porque o seria a decisão pública sobre a poupança? Eis um problema de credibilidade política que sempre é usado por políticos de maneira irritante. Sobre credibilidade e ufanismo, aliás, leia isto.