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Sábado…

Assistir Shanghai Gaeri no Lil (ver post sobre Lafcadio Hearn) com uma Bauhaus…não tem preço. 幸せだな。。。

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Este blog também presta homenagem ao Coronel

O coronel mostrou a sujeira por trás do discurso ongueiro-sociedade-civil-organizada-minoria-marilena-de*u-é-*ola de muita gente suja oriunda do autoritarismo terrorista brasileiro que assassinou gente aqui (e no Araguaia) não em nome de um mundo melhor, mas sim de um mundo sob o jugo da ditadura social-bolivariana. Aquela que só não torturou mais (Lamarca executou covardemente muita gente, mas não se sabe de tortura…ainda).

Coronel se cansou da burrice brasileira. Mas sua obra permanece, como lembra o selva. A ideologia radical sempre tem um preço, como mostra o xará.

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Lafcadio Hearn

Lafcadio Hearn é um personagem pouco conhecido na selva, exceto pelo genial livro Kwaidan. Li este livro há muitos anos, em castelhano – sem nunca ter frequetando um único curso de castelhano, o que mostra que a preguiça ainda é a grande desculpa de muita gente – e, este ano, comprei o filme. 

Mas de sua compra até esta semana se foram aí uns bons quatro meses. Não tenho este tempo livre…mas não é que assisti-lo agora é incrível? O curioso é que, por algum motivo bizarro, o nome original do filme, Kaidan, cuja pronúncia em português não sofre qualquer variação, ganhou esta tradução estranha e cuja pronúncia…não existe no japonês original.

Se vale a pena comprar o DVD? Conto ao leitor dois segredos: (a) adquiri (mas não chegaram ainda) alguns filmes mudos de Ozu, pré-Grande Guerra e (b) adquiri três filmes do pós -guerra (estes com legenda apenas em japonês, o que já ajuda), um deles, homônimo da popular música “Shanghai Gaeri no Riru (Lil)”. (update: ih…não tem legenda, vai na coragem e no capital humano mesmo).

Tenho cá comigo o projeto pessoal de fazer exibições de filmes antigos japoneses algum dia. Muita gente que adora cinema adoraria uma sessão de filmes, não? A vantagem é que eu poderia comentar alguns filmes ligando-os à história japonesa. Sim, a outra vantagem é que não sou “intelectual”, o que tornaria o evento algo muito mais agradável. ^_^

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Kim Yeon Ja

Ainda que eu prefira Cho Yon Pil, Kim Yeon Ja, no campo feminino, só perde para Ii Sung Ae, no que poderíamos chamar de Trot (a versão Enka da música coreana).

p.s. falando em Enka, Masao Koga foi um gênio da composição. Aqui, um exemplo.

p.s.2. esta vai para o Thomas Kang, desde já obrigado a me arrumar um original desta música.

p.s.3. Thomas Kang recebe meus agradecimentos com este belíssimo “minyou” coreano. Claro, na voz do genial Cho Yong Pil.