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O problema do Estado brasileiro

O Estado finge que está lá, cobra por estar lá e nunca está lá.

Em essência, este é o tal Estado brasileiro. E o pior é que tem gente que pede mais do mesmo! A cara de pau é tão grande que o sujeito diz que a ausência do Estado é neoliberalismo e que se precisa de mais Estado aqui, lá e acolá. No final, ele finge, cobra mais e azar o seu, pagador de impostos bobo.

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Mundinho acadêmico – Páscoa

Outro dia eu me vi diante de uma escolha: ou recolhia os pedaços de papel nas mãos da Camila, em meio à minha aula, ou aceitava o convite para participar do amigo oculto da turma. Convites a gente recusa ou aceita conforme nosso critério, não é? Bem, o critério adotado foi: a turma tem se comportado bem ao longo do semestre (e do semestre anterior) e tem um comportamento muito bacana. 

Ganhei dois chocolates e dei um ovo de páscoa. Talvez este seja o espírito de Páscoa, mas foi um bom encontro. Obrigado à Júlia pelo convite.

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Imbecilidades de um racismo crioulo

Eu não vou nem comentar. Só aviso que começou a contagem regressiva para ver o artigo da filósofa oficial do partido do sr. da Silva, aquela da USP, sobre como a imprensa maltrata as palavras deste Oráculo de Delfos…

Presidente, o senhor pisou na bola. Aos que o ouvem e pouco entendem porque vivem de migalhas e esmolas, tudo bem. Eles são mesmo cheios de preconceitos e lhes falta informação. Duvido que, informados fossem dos problemas do racismo, aplaudissem seu ridículo pronunciamento. Claro, sempre há a turma que pensa que a boca do presidente é como o Oráculo de Delfos e arruma jeito de dizer que a frase foi mal entendida, citada fora de contexto, etc. É comum ouvir isto desta turma, mas o impacto intelectual desta patota é nulo.

Mas você, o senhor, logo você o senhor, dizer isto? Eu não me envergonho de você. Mas você mesmo sabe o tamanho de sua consciência. Ah sim, isto você  o senhor sabe…

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Direito e Economia

Esta semana houve por aqui uma série de palestras de um povo que pretende cultivar Law & Economics em Minas Gerais. Mas se você quer um exemplo de um estudo típico da área, eis um belo exemplo.

A Economia da arbitragem: Escolha racional e geração de valor (with Antonio Celso Pugliese)
Bruno Meyerhof Salama
Abstract
This article examines the institute of arbitration and its relationship with court activities from the perspective of transactions costs. Its objective is to show how arbitration can reduce the transactions costs in a certain normative environment and contribute to institutional improvement. The costs related to the use arbitration and court proceedings work like a price mechanism: the bigger the cost, the lower the demand (and vice-versa). The institute of arbitration can potentially engender a reduction of transactions costs because of (a) the relative quickness with which it is carried out, (b) the relative neutrality of arbiters, and (c) the specialization of arbiters. Moreover, the use of arbitration can create better incentives for the fulfillment of contractual promises. This is so because the use of an arbitration clause in a contract allows the parties to regulate the normative environment to which they will be bound in case of a dispute. The lack of clarity about the lawfulness of arbitration proceedings increases the transactions costs imposed by the normative framework. Higher levels of uncertainty create incentives for the individuals to change thei negotiating patterns or simply to reduce their participation in economic activities, thereby reducing the potential for generating wealth for society.

Creio que qualquer um interessado no tema deva ter aparecido no seminário citado (eu não pude ir. Irônico, não?). Na verdade, eu nem acho que Direito e Economia seja uma área. Ela é mais uma das linhas de pesquisa que se encontra sob o guarda-chuva do que poderíamos chamar de “Teoria Geral dos Incentivos”.

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Bancos…

“Strategic Online-Banking Adoption”
by Roberto Fuentes, Rubén Hernández-Murillo, and Gerard Llobet

In this paper we study the determinants of banks’ decision to adopt a transactional website for their customers. Using a panel of commercial banks in the United States for the period 2003-2006, we show that although bank-specific characteristics are important determinants of banks’ adoption decisions, competition also plays a prominent role. The extent of competition is related to the geographical overlap of banks in different markets and their relative market share in terms of deposits. In more competitive markets banks are more likely to adopt earlier. Even more importantly, banks adopt earlier in markets where their competitors have already adopted. In order to construct the different local markets, this paper is one of the first that makes use of the geographic market definitions delimited by the Cassidi® Database compiled at the Federal Reserve Bank of St. Louis.