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Ele é humano, afinal!

Após meses de louvor religioso de alguns quanto à Obama, eis que a casa cai: o homem comete gafes! Contagem regressiva para as camisetas do Obama com nariz de palhaço iniciada.

p.s. para ser coerente, aguardo também as camisas com o presidente da Silva com o mesmíssimo nariz de palhaçote.

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It’s the economy, stupid!

A notícia é que o sr. da Silva perdeu pontos em popularidade. Mais uma vez constatamos que não importa o que ele diga ou deixe de dizer (eu até prefiro esta segunda alternativa), mas sim a economia. O povo não liga se ele afaga Fidel Castro ou os empresários da FIESP. O povo não se importa se ele justifica asilos para terroristas e fecha os olhos para invasões de terras.

O povo se importa, sim, com o próprio bolso. De pobretão a intelectual da USP, o que conta é o dinheiro no bolso. Até os que falam asneiras sobre o “horror econômico” e afins só querem saber de dinheiro no bolso.

É assim que interpreto os dados acima. Não adianta dizerem que é o mensalão, o uso da máquina para antecipar a campanha eleitoral, as safadezas dos meninos no avião da FAB ou a volta deste ou daquele quase-criminoso do mensalão à cena política. Não consigo enxergar nada disso. É, pura e simplesmente, a economia. 

Talvez uma correlação simples entre a popularidade de qualquer presidente (de uma banana a um sociólogo, passando por um sindicalista) e o crescimento econômico revele mais do que qualquer papo de politólogo de boteco. 

p.s. Pode-se supor que o povo é bocó em teoria econômica (e não distingue o cenário interno do externo) ou que o analista é que é bocó, pois o povo entende melhor do próprio bolso do que o analista (bocó).

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Não reclame porque não vou cumprir minha tarefa

http://www.dilbert.com/strips/comic/2009-03-20/
http://www.dilbert.com/strips/comic/2009-03-20/

A saga de um monopólio após a conquista do mercado pode resultar em desastre. Basta que o monopolista se esqueça que o que importa não é a concorrência efetiva apenas, mas também a concorrência potencial. 

No nível interno da firma, como explicar estas ineficiências? Não são os agentes racionais? São. Mas o que eles maximizam, exatamente? O gerente não é o empregado e vice-versa. Talvez este tenha sido um dos poucos insights bons de Marx em economia (na verdade, Adam Smith e Ricardo já haviam usado esta distinção entre “donos do capital” e “trabalhadores”, mas vamos satisfazer os nossos leitores mais religiosos).

Na empresa monopolita, portanto, podem ocorrer problemas internos. Panes aqui e ali transformam os incentivos de forma que o incentivo de participação e o de participação podem apontar em uma nova direção. Veja aqui um exemplo disto.

O problema do principal-agente (ou do agente-principal) está na raiz de muitos problemas que a administração de uma empresa revela no dia-a-dia.