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Filmes

Finalmente assisti a segunda parte de Yojimbo, Sanjuro. Além do bom e velho Mifune, há ainda Kayama Yuuzo, bem novo (e praticamente irreconhecível), Tatsuya Nakadai (se não me engano, o velho samurai de Ran) e um dos companheiros de Mifune em Falcão de Edo, cujo nome agora me foge.

Falta ainda ver a “Fortaleza Escondida”, mas o leitor deste blog deve se lembrar que comprei este DVD há quase mais de um ano (se não mais). Nunca tenho tempo para um bom filme. Melhor, quase nunca. Como o especialista em cinema da blogosfera não sou eu (mas sim o Cristiano Gomes), fica aqui apenas minha impressão: Sanjuro é muito bom. Vale cada minuto. É um filme divertido, com uma história interessante e, claro, com bons atores.

Bom, para este Natal eu me presenteei com: Kwaidan – as quatro faces do medo (baseado no clássico livro do húngaro naturalizado japonês, Lafcadio Hearn), A Espada da Maldição (a sinopse promete muito sangue, o que busco em férias, né?), Domingo Maravilhoso (de Kurosawa) e A Rotina tem seu Encanto (do meu favorito, Ozu).

Tenho uma vontade de promover sessões de cinema em casa, apresentando ao público a cultura japonesa. Um dia, quem sabe, este projeto se realiza.