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Tashadena

Do mestre Michiya Mihashi, contemporâneo de Haruo Minami e mestre de Takashi Hosokawa, a música do homem da roça para seu cavalo. O clássico “tasha de na”.

Por hoje encerramos a “ala musical” do blog. ^_^

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A divertida macroeconomia desequilibrada

Arnold Kling, em bom momento:

The phrase “Minsky moment” comes to mind. I don’t care much for Minsky myself. I heard him give a talk back when I was at the Fed in the early 1980’s. He was predicting doom, as seems to be the wont of both left-Keynesians and Austrians. He seemed to make a great deal of what I think of as a simple accounting identity, namely that private saving plus government saving equals foreign saving. In standard notation,

(S-I) + (T-G) = (X-M)

Minsky breaks S into two components–personal saving and corporate profits. He then points out that when the government runs a deficit, corporate profits are high. This is true, other things equal, given the accounting. But I personally don’t think that taking an accounting identity and holding other things equal is a very good way to do macroeconomic theorizing.

Ah, claro, de um bom comentarista, algo mais sólido sobre bolhas oriundo, obviamente, da economia experimental.

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Uma tentativa de se definir uma democracia (mais uma)

The “Thick” Concept of Democracy Beyond Elections

A system is not a liberal democracy unless it also ensures the following attributes:

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Onde está a blogosfera “de responsabilidade social” nestas horas?

As minorias cuidam de seus privilégios conseguidos junto ao governo (com ou sem zumbi escravocrata…) e se esquecem do que prometeram: lutar pela livre expressão. O motivo? Simples: o doador é amigo do ditador. Por isto os comentários imbecis de gente que reclama de minha definição de “movimentos sociais” são apagados antes de chegarem ao blog: os sujeitos não conseguem nem um mínimo de coerência.

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Onde está o estímulo fiscal?

Em Taiwan, um professor de economia vai ao ponto: por que não reduzir a carga tributária? Há claros interesses por trás de propostas que clamam por mais gastos públicos e não preciso citá-los aqui. Mas, vem cá, honestamente, por que não reduzir a carga tributária, segurar o tamanho do governo (o nosso já é quase um socialismo, dado o tamanho do governo no PIB, sem falar das regulações…), incentivar a formalização dos informais e promover – de verdade – o empreendedorismo e os mercados?

É tão difícil assim sair do canto da sereia bolivariana? Fala a verdade: é?