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Bons momentos deste blog: Yamaoka Tesshu

A história de um importante samurai, de um imperador e de humildade. Republico para homenagear os meus amigos e colegas que buscam uma vida melhor em meio a tantas besteiras.

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Democracia do Fóro de São Paulo, Chávez e 10 perguntas

O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ameaçou no sábado, 8, que pode colocar tanques nas ruas do Estado de Carabobo se a oposição vencer as eleições regionais que acontecem no dia 23 de novembro.

Pergunte ao seu professor:

1. O que Obama pensa sobre isto?

2. Por que os militantes dos partidos socialistas dizem que Chávez não é uma ameaça à democracia?

3. Por que os jornalistas de tendências não-liberais insistem em elogiar o presidente da Venezuela?

4. Como você, leitor, compatibiliza sua admiração pelo socialismo com a prática do mesmo?

5. Qual a importância de uma declaração como esta no contexto latino-americano atual?

6. O que é o Fóro de São Paulo, qual a participação brasileira no mesmo, e qual a relação com presidentes como Chávez, Morales e Correia?

7. Como o Itamaraty tem reagido a declarações como esta? Você acha que nosso corpo diplomático e nosso serviço de inteligência, a ABIN, preocupam-se com o surgimento de ditaduras próximas às fronteiras brasileiras?

8. Usar uma camisa com o rosto de Che Guevara, falar de liberdade e direitos civis e apoiar governos e projetos como os de Chávez são atividades logicamente compatíveis? Qual o papel da doutrinação ideológica nisto?

9. Você já ouviu falar no Khmer Vermelho e em como implantaram o sonho socialista?

10. Norberto Bobbio, muito divulgado pela esquerda nos anos 80, obviamente interessada em se mostrar menos hard e mais light, hoje nem é lembrado pela mesma esquerda. Foi trocado por Gramsci. Analise esta troca no contexto das declarações recentes do presidente bolivariano.

Dicas:

1. O texto citado neste post.

2. FARC.

3. Nativismo latino-americano como instrumento de manobra das massas.

4. Os perigos da petrocracia.

5. A inflação como fator polarizador do discurso bolivariano.

6. Existe liberalismo na América Latina?

7. O socialismo bolivariano na agricultura venezuelana.

8. Controle dos meios de comunicação na Venezuela.

9. Grupos de extermínio bolivarianos e a oposição: assassinato ou crime político?

10. O surgimento de um estranho país: Cuba-Venezuela.

11. Imperialismo bolivariano na América Latina.

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Austríacos gostarão disto

Charles Koch, seu livro e seu instituto. A julgar pela propaganda do livro, os professores de Administração terão que encarar o fato de que o livre mercado não é o vilão da história (hoje em dia, por incrível que pareça, esta é a tônica no discurso da “responsabilidade social”), mas sim o melhor meio de se gerar prosperidade para a sociedade.

Compre e me dê de presente (o livro) antes que eu mesmo o compre…^_^

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Fronteiras da microeconomia

Conhece Daniel Kahneman? Conhece neuroeconomia? Não? Bem, é que sua revista nacional não faz reportagens interessantes como esta. É sério. Eu me espanto com esta diferença. Raramente acho algo no Brasil que seja polêmico e bem escrito, com entrevistas sérias (com pessoas que realmente importam, não com gurus de auto-ajuda) sobre assuntos os mais diversos.

Trecho:

The question “What makes people happy?” has been around forever, but there is a new approach to the science of pleasure, one that draws on recent work in psychology, philosophy, economics, neuroscience, and emerging fields such as neuroeconomics. This work has led to new ways—everything from beepers and diaries to brain scans—to explore the emotional value of different experiences, and has given us some surprising insights about the conditions that result in satisfaction.

But what’s more exciting, I think, is the emergence of a different perspective on happiness itself. We used to think that the hard part of the question “How can I be happy?” had to do with nailing down the definition of happy. But it may have more to do with the definition of I. Many researchers now believe, to varying degrees, that each of us is a community of competing selves, with the happiness of one often causing the misery of another. This theory might explain certain puzzles of everyday life, such as why addictions and compulsions are so hard to shake off, and why we insist on spending so much of our lives in worlds­—like TV shows and novels and virtual-reality experiences—that don’t actually exist. And it provides a useful framework for thinking about the increasingly popular position that people would be better off if governments and businesses helped them inhibit certain gut feelings and emotional reactions.

Amazing, não? A propósito, cuidado com os picaretas:

Some psychologists believe that this spike was not the result of better diagnosis. Rather, they say it stemmed in part from therapists who inadvertently persuaded their patients to create these distinct selves, often through role-playing and hypnosis. Recent years have seen a backlash, and some people diagnosed with the disorder have sued their therapists. One woman got a settlement of more than $2 million after alleging that her psychotherapist had used suggestive memory “recovery” techniques to convince her that she had more than 120 personalities, including children, angels, and a duck.

Um pato? Anjos? Tenha dó…

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O menino que decidiu mudar de gênero…aos 4 anos

Eis um intrigante caso de clara definição de preferências por alguém que ainda não tem idade legal para se decidir sobre o assunto. Eu me lembro, nestas horas, de um capítulo de “The Machinery of Freedom” no qual a discussão teórica era interessantíssma e dizia respeito aos limites dos direitos individuais dos menores de idade. Sempre achei o assunto meio esotérico, até ler esta matéria. O que se percebe é que David Friedman – o autor do livro citado – estava à frente do seu tempo…

p.s. quem assiste Law and Order vai se lembrar, ao ler a matéria, de um episódio sobre o tema…