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Monsters of Shamisen

Meu sensei, Gustavo, tocou com este pessoal aí: Monsters of Shamisen. Divertida reinterpretação do tema clássico de Dragon Ball com os bons e velhos shamisens.

p.s. veja também este do Doraemon.

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Mais sobre Galbraith, bobeiras e crise mundial

Excelentes textos.

Claro, ambos complementam esta crítica do Mankiw. É irônico ver o filho de Galbraith (o também irônico, mas péssimo em previsões, errou todas que fez em seu livro publicado no Brasil naquela famosa coleção “Os Economistas” que nunca rivalizou com Paul Samuelson, por exemplo, como “arqui-inimigo” de Friedman) atacar os colegas por, supostamente, não terem acertado previsões.

O comentário do Tyler Cowen está perfeito: o povo que vive de misticismo financeiro (não me refiro ao pessoal sério, que já anda meio abalado) certamente perderá espaço. Eis aí um momento interessante para os que pretendem entrar no curso de Economia. Afinal, a crise é mais um daqueles momentos de “boom-and-bust” que geram curiosidade e novas demandas por gente inteligente.

Vejamos.

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Os estatísticos da FAO erraram

A FAO apresenta dados muito estranhos sobre a fome na Coréia do Norte. Ainda que não se diga que a ONU age de má fé, é impressionante como seu – geralmente barulhento – bureau encarregado da fome no mundo erra feio. Eis o interessante artigo.

p.s. uma coisa é o discurso de que o sujeito que trabalha num órgão destes precisa saber estatística (básica, para dizer o mínimo). Outra é que se ensine isto a este pessoal. Esta deveria ser uma das metas do milênio…

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Autores ocultos do marxismo: Sombart

Direto da Wikipedia:

Sombart, at that time, was an important Marxian, someone who used and interpreted Karl Marx — to the point that Friedrich Engels called him the only German professor who understood Das Kapital. Sombart called himself a “convinced Marxist

Já comentei Sombart aqui. Mas o sujeito é, realmente, de uma alucinação voraz. Após seguir os passos naturais da ditadura do proletariado para a ditadura do proletariado nacional-socialista, ele ainda me escreveu:

The antithesis of the German spirit is the Jewish spirit, which is not a matter of being born Jewish or believing in Judaism but is a capitalistic spirit.[6] The English people possess the Jewish spirit and the “chief task” of the German people and National Socialism is to destroy the Jewish spirit.[7]

Não é um intelectual ímpar?

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Votar ou não votar?

Muita gente, na última eleição que elegeu o candidato da aliança governista em Belo Horizonte, gastou muito tempo enviando os famosos spams para minha caixa postal. Todos contra o outro candidato. Novamente, parece-me que a paixão futebolística domina a razão em tempos de eleição. Uma análise mais fria e isenta mostraria que não vale a pena perder tempo com este tipo de mensagem, exceto se você ganha para tal (o que não é difícil, dadas as declarações de vários políticos sobre o uso da internet, esparsamente encontradas na imprensa).

Quando eu coloco em dúvida a utilidade do voto, muitas vezes tenho de ouvir argumentos que beiram à agressão. Tem gente que acha, realmente, que um sujeito deveria ser enforcado se desejar anular o voto. Por que tanto ódio? Bem, isto ultrapassa minha humilde capacidade de análise. Prefiro argumentos mais singelos e lógicos como estes.

A discussão sobre voto no Brasil é sempre capturada por blogueiros engajados em campanhas e achincalhada quando, na verdade, representa uma opção importante para quem se importa com suas próprias convicções. Claro, há sempre o argumento do voto útil mas, sem querer, agora, achincalhar esta opção, é como aquela história de quem “não tem cão, caça com gato” o que, também com o devido respeito, significa que se não tem mulher na praça, você dá um beijo na boca de um homem mesmo. Guardadas as devidas proporções, a essência é a mesma.

Um pouco mais de calma antes de enviar um spam não faria mal.

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Propaganda Gratuita

The UCLA Center for Economic History invites scholars who work in economic history to apply to come spend the 2009-10 academic year at UCLA, participate in the intellectual life of the economic history group, work on their own research projects, and teach a course if desired. Recipients must hold the Ph.D. or equivalent degree but can come from any discipline and work on any subject, geographic area, or period of economic history. Recent Ph.D.s are especially encouraged to apply. Successful applicants must be in residence at UCLA for the academic year and participate in the Center’s weekly workshop and proseminar. Compensation will depend on current salary, other sources of funding, and whether or not the person teaches, but will not exceed $72,000.

To apply, please send a CV, short research proposal, and representative article or other publication to Naomi Lamoreaux via email at lamoreaux@econ.ucla.edu. We will also need at least two letters of recommendation. There is no application deadline, but we will begin reviewing applications on December 1, 2008. UCLA is an affirmative action/equal opportunity employer and has a strong commitment to the achievement of excellence and diversity among its faculty and staff.

For additional information about the Center, click on http://www.international.ucla.edu/economichistory/.