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Um longo podcast

Diogo Costa me entrevista. E ele me deu todo o tempo do mundo, como você descobrirá aqui.

p.s. há lá uma referência minha a um artigo do Pedro (Sette), também do Ordem Livre, sobre o voto. Em resumo, Pedro acha mais interessante não votar. Procure pelo artigo lá no Ordem Livre para entender melhor o ponto dele.

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A diferença entre o mestrado e a graduação

a mais importante lição do bimestre
Outubro 27, 2008

O ano letivo aqui no mestrado do TI é dividido em cinco bimestres (blocos). Semana passada tive a semana de exames das primeiras três disciplinas do curso, e nesses dois meses de aula aprendi uma importante lição que carregarei pro resto da minha vida: acabou a mamata. Não existe mais a mínima chance para Philipe, o procrastinador. Tomei um tufo e tive as três piores semanas da minha vida. Mas pelo menos aprendi a lição.

Na graduação, até um preguiçoso (que não é o caso do Philipe, ok?) consegue se safar nas últimas horas. No mestrado, onde aluno é aluno, professor é professor e o sobrenome do mané vale tanto quanto sua cueca velha, só o empenho diminui a chance de ir muito mal.

Philipe é uma das minhas apostas.

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Arqueologia e bens públicos

Qual o motivo do início de uma sociedade humana? Provavelmente a necessidade de se obter bens públicos. Bem, antigamente falava-se de caça e agricultura mas, agora, um alemão que andou passeando por cavernas turcas acha que a história foi um pouco diferente. De repente, uma grande parede (para fazer um xixizinho? para encostar e tirar uma soneca?) parece ter sido a causa inicial de uma sociedade que, aí sim, depois disto sairia por aí atrás de uns mamutes.

O ponto central do artigo pode ser resumido assim: para se explicar o surgimento da civilização devemos pensar em bens públicos. O bem público primordial, por assim dizer, na visão do arqueólogo, é anterior ao que o consenso científico havia postulado.

Fascinante! Dilemas de ação coletiva no início desta terrível humanidade…

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NEPOM e um comentário

Duke of Hazard não entendeu. Apenas refizemos as estimativas dado o novo FOCUS. Nada de reunião nova…

Agora vamos aos comentários. O Homo Econometricum, aqui.

Press Release:

Press Release

Nesta segunda-feira foi divulgado o último Relatório FOCUS, do Banco Central. Como o objetivo do NEPOM é verificar o que possivelmente o Copom fará a respeito da taxa Selic, fizemos uma revisão de nossos resultados. Em resumo, não há mudança em nossa previsão. Com os dados atuais ou nos três cenários (“otimista”, “neutro” e “pessimista”), ainda é forte a probabilidade de que o Copom aumente a taxa em 0.50 p.p.

Modelos de previsão são sempre sujeitos a erros, mas acreditamos que o principal ator nesta nova conjuntura é a especulação sobre os impactos da crise mundial na economia brasileira. Neste aspecto, o Banco Central agiu de forma preventiva, nos últimos dias, no que diz respeito a possíveis impactos, mas não estamos perto de atingir a meta de inflação. Pelo contrário, o IPCA encontra-se perigosamente próximo ao limite superior da meta. Assim, a despeito das medidas preventivas – que contemplam eventuais problemas da crise mundial – ainda há o que ser feito em termos de inflação. Em um cenário como este é possível que o Banco Central aja de forma preventiva, aumentando a taxa a um ritmo menor (0.50 p.p.), para que possa, se necessário, adotar menor rigor nas próximas reuniões.

Os membros do NEPOM reconhecem, contudo, que a mudança no cenário atual dificulta consideravelmente qualquer previsão econômica pois é cedo ainda para saber exatamente como a estrutura da economia brasileira pode ter sido alterada com os últimos eventos.

NEPOM / IBMEC-MG