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Colaboração inter-blogs

Lá na Comunidade da Anpec no Orkut estamos montando uma planilha colaborativa no Google Docs (qualquer pessoa pode editá-la) para termos um pré-ranking do Exame deste ano. Isto serve tanto pra quem tá concorrendo agora, quanto para quem vai tentar ano que vem ter mais um parâmetro de comparação.
Se você puder divulgar no Gustibus, tenho certeza que mais pessoas que fizeram a prova este ano vão divulgar suas notas. É claro que o resultado está viesado, pois só quem foi bem costuma postar. Mas os que tiveram o desempenho fraco podem postar como anônimos.
O link da planilha é esse (para ver e editar online):

http://spreadsheets.google.com/ccc?key=pWTgBkLGtHk-3WfycqIGrYA

Pedido do Enoch.

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Eleição?

Observação: antes da choradeira habitual, veja todos os links deste post.

Com tanta prática estranha em Belo Horizonte, vou votar como sempre. O argumento do voto útil não cola em mim. Não faz parte das minhas preferências. O mais engraçado é ver o assédio governista (DEM-PT-PSDB), na forma de seus militantes que atacam as caixas postais. Para eles, se eu votar como sempre e se muita gente fizer como eu, a cidade “fica sem governo”.

Fala sério, você acredita que a raça de políticos deixaria de criar uma lei para casos assim? Você realmente acredita que o bando de funcionários públicos que ocupam os órgãos municipais entrariam em crise existencial em um caso como este?

Se você acredita, você é muito ignorante (ignora a óbvia racionalidade destes atores). Muito mesmo.

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Distorcões à vista ou “os idólatras de Celso Furtado devem estar loucos”

Há uma proposição antiga da Teoria dos Bens Públicos sobre “concentrar benefícios e dispersar custos”. No Brasil, a ala pterodoxa que vê em Celso Furtado um verdadeiro bezerro de bronze, pensa que ele deveria acumular o Nobel da Paz e da Economia porque teria inventado o “socializar perdas e concentrar lucros”. Como se vê, não foi nada original embora descreva bem o que os próprios pterodoxos pregam. Agora mesmo eles estão calados, mudos, sem saber o que dizer quando o governo resolve socorrer bancos. Outros, mais alinhados com o neo-socialismo de Furtado (para usar a mesma terminologia que Bielschowsky aplica a Gudin, de neo-liberal, devemos ser corretos com o simétrico ideológico), aplaudem medidas como esta.

Na verdade, o que se vê é que a ala bolivariana da administração da Silva (cheia de pterodoxos e seguidores) está aproveitando a crise para se fazer sentir. A distribuição de privilégios às custas do bolso do consumidor já começou. Basta ver que aquela história maluca de “fundo soberano” sumiu e, em seu lugar, além de não diminuir gastos, a administração da Silva gera uma perigosa armadilha para si, para seu sucessor e, em qualquer caso, para você, contribuinte. O inchaço da economia tem um preço. Este preço, dizia Furtado, o neo-socialista, será pago por todos. O seu erro foi pensar no governo como um planejador benevolente (ou, de outra forma, sabendo que não é assim, insistir em vender seus argumentos desta forma…pronto, fantasia desfeita).

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Quatro mitos destruídos

Professors Chari, Chrisiano, and Kehoe have now looked a variety of Federal Reserve Bank data. From the data, they conclude:

1. “The claim that disruptions to the banking system necessarily destroy the ability of nonfinancial businesses to borrow from households is highly questionable.”
2. The data show no decline in bank lending to nonfinancial business.
3. Nonfinancial business are issuing commercial paper at quite low interest rates.
4. The volume of interbank loans continues to be quite high.

Leia mais no blog do Casey Mulligan, um dos melhores da boa e velha Chicago…