Olha a divertida enquete do dia aí ao lado

Para os que acreditam em políticos angelicais, é uma boa enquete. Escolha Pública, gente, Escolha Pública…

Olha a enquete aí no cantinho superior da página. Divirta-se e, claro, exerça seus direitos: vote. ^_^

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Eis aí um evento bacana

Nada de palestrante bobo e com mania de pop-star cujo currículo é ser gerente de uma privada qualquer ou mesmo apenas se especializar em fazer palestras bonitinhas, envolventes e vazias. Só gente que entende do assunto (não que diz que entende, mas que, de fato, entende).

Faz falta um Milton Friedman numa rodinha destas, claro.

Eventos

Em alguns dias, espero, publica-se os detalhes deste evento. O artigo sobre individualismo, cultura e qualidade do governo, que eu, Ari e Pedro escrevemos será lá apresentado.

O que a BBC não captou

Esta reportagem é um apanhado de algumas hipóteses sobre o porquê da taxa de juros brasileira estar onde está. Entretanto, não vi muita novidade. Cada um tem uma teoria e há muito mais teorias por aí. O foco, portanto, deveria ser nos determinantes da taxa de juros brasileira. Aí a BBC não nos ajuda muito.

De maneira muito sutil, aparece na reportagem uma pista sobre como refazer a pergunta. Primeiro, devemos nos perguntar sobre qual o papel do mercado na determinação da taxa de juros. Segundo, claro, sobre o papel do governo. Terceiro, quanto da taxa de juros é devido a cada um. Quarto, se ao governo não interessa uma taxa de juros alta porque se endivida muito, porque segue sinalizando que aumentará, sim, gastos públicos?

Isto é o que a BBC não captou. Vale a pena pensar um pouco nesta pergunta.

A Selic não mudou

O Banco Central agora tem um problema para a próxima reunião que é bem simples: deve conseguir controlar a inflação que já bate no teto da meta. Um bom argumento é dizer que o impacto das sucessivas mudanças vai se fazer sentir em breve.

Entretanto, é preocupante como autoridades públicas fizeram um imenso esforço para influir na decisão do Copom, desta vez, mostrando que o desejo de rasgar o sistema de metas não é algo desprezível e a sociedade, certamente, deve ser cuidadosa em eleições presidenciais…

A crise certamente é um bom argumento para a decisão atual, mas a tentativa de capitalizar votos com boatos ou supostas influências sobre o Copom é de um mau gosto científico (mas de uma lógica racional impecável) imenso.

Vejamos como a inflação se comporta nos próximos meses.

Drummond, Standard & Poor’s, Dow, Jones, Nikkey, e companhia

No meio das ações tinha uma bolha
tinha uma bolha no meio das ações
tinha uma bolha
no meio das ações tinha uma bolha.
Minha carteira caiu no esquecimento
na minha vida de investidor tão desgraçada
Nunca me esquecerei que no meio das ações
tinha uma bolha
tinha uma bolha no meio das ações
no meio das ações tinha uma bolha

República dos Sindicatos: bem-vindo ao neo-mercantilismo

Com seis anos de atraso, os sindicalistas chegaram ao poder na Receita Federal. Desde que assumiu o cargo, no dia 31 de julho, a nova comandante do órgão, Lina Maria Vieira, vem discretamente substituindo os ocupantes dos principais cargos. O processo tem o seguinte padrão: para as superintendências regionais, preferencialmente sindicalistas; para a estrutura central da Receita em Brasília, técnicos.

Pronto. Eis aí uma reportagem interessante que jamais apareceria num país sem liberdade de imprensa, ainda que, como tudo na vida (inclusive o poder de argumentação dos que não gostam da dita liberdade), é imperfeita.