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Nenhum especialista em política externa deste Brasilzão daria conta de uma mulher como esta

Ei, eu me refiro aos que adoram um bolivarianismo light na cueca (ou em algum outro lugar de sua carcaça animal).

p.s. o título do post poderia ser: “você acha que tudo que uma mulher negra diz está errado porque ela ‘não tem informação'”? A patota não-liberal adora este argumento, mas nunca o usa quando a minoria (mulheres ou negros, etc) está a seu lado. O argumento da esquerda é sempre assim: “a minoria que concorda comigo encontrou a luz; a que não está comigo, é alienada”.

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Oferta e demanda de heróis

Artigo interessante. Eis o resumo:

Where Have All the Heroes Gone? A Self-Interested, Economic Theory of Heroism

Brock Blomberg
affiliation not provided to SSRN

Gregory D. Hess
Claremont McKenna College – Department of Economics; CESifo (Center for Economic Studies and Ifo Institute for Economic Research)

Yaron Raviv
Claremont Colleges – Claremont McKenna College

Abstract:
Heroism is a valued part of any society, yet its realization depends on the decisions of individual actors and a public reward to individuals who undertake heroic actions. Military combat related activities provide a useful starting point for thinking about the empirical nature of heroism. Interestingly, if we define heroism by those who have been awarded military honors such as the Congressional Medal of Honor, the number of heroes has actually fallen in the past 35 years. We develop a theory to explain heroism in a rational decision-making framework, and we model the case in which individuals respond to danger to themselves and others based on the costs and benefits associated with acts of courage. We also provide insight into how a government may wish to optimally subsidize heroic actions. We then use our model to understand why the observed decline in heroism could, in fact, be both an optimal individual and social response.

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Larry Rother

Observação de um arguto amigo: “Se o problema da Odebrecht com o governo bolivariano do Equador é um problema só deles, porque não deixamos Larry Rother e o presidente da Silva se acertarem sem tentar expulsá-lo do país naquele lamentável episódio”?

Mais ou menos assim.

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Melhor definição que já fizeram sobre mim

Durante o debate sobre impactos econômicos de restrições ao comércio de bebidas alcóolicas, no 5o SEBH, ontem:

Cláudio (C): – Eu não gosto da lei do bafômetro, mas acho interessante a dos fechamentos de bares após 11 horas.

Rai (R): – Entendo.

C: – Mas acho que esta tem um problema: não é correto fechar apenas bares frequentados por pobres. Mesmo que os crimes mais violentos tenham lá sua origem, a lei não seria justa.

R: – É, este é você, Cláudio. Um sujeito lump sum. Talvez até por fundamentação filosófica, não é?

C: – Nunca antes na história deste país alguém me definiu tão bem.

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Liberdade de se eleger presidente e governar supõe alguma responsabilidade

Resposta simples ao sr. da Silva. Vejamos como anda a agenda de responsabilizações: (a) mensalão, (b) cartões corporativos, (c) uso indevido (leia-se: ilegal) de grampos e escutas telefônica, (d) outros.

Assim fica difícil, não? Até o dr. Hélio se cansou.

Eu adoro este papo de jornalista alinhado com o governo de que “a imprensa é irresponsável”. No entender desta gente – e pela lógica elementar de seu argumento – somente haverá imprensa responsável quando…o dito cujo for o dono dos meios de comunicação, dos métodos de comunicação, da linguagem de comunicação, etc.

É por isto que não dá para discutir com esta gente. Só dá mesmo para propor um processo no CADE por práticas monopolistas. ^_^

p.s. vá examinar os dados de liberdade de imprensa no mundo para verificar o que acontece. Eis uma boa agenda de pesquisa para um trabalho acadêmico: qual o papel da imprensa no desenvolvimento econômico? Quem define o que é “responsabilidade” para a imprensa? Aquele que deve ser vigiado por ela? Os que vigiam? A “sociedade civil organizada” (por nós, o grupelho)? Parece pura ironia, mas não é. De fato é um tema que exige reflexão.

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The Economist…s

Cada um com a sua moeda? Esta veio do Boing Boing:

Open Source Money There’s a lot of books emerging on the use of complementary and local currencies. I got a ton of email on this subject already, from people concerned that I’m referring to scrip or the kinds of currencies used in the US prior to the 1930’s. If the brilliant and free Bernard Latier text I recommended was too involved, there’s a book I’ve just been made aware of that looks at some of the more practical implications of creating a community money supply called Money: Understanding and Creating Alternatives to Legal Tender, by Thomas H. Greco. If you don’t have five bucks for the paperback, there’s an abridged PDF here.

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O que dirão nossos políticos diplomatas (que adoram um discurso “anti-capital” ultimamente…)?

Eis a notícia. Vejamos quanto tempo teremos para uma “rápida” resposta de nossa eficiente diplomacia (e, melhor ainda, qual será esta resposta…).

UPDATE: eu não disse? Olha só a resposta do sujeito.

p.s. lá no Às Claras, a busca por “Odebrecht” mostra que, do total de beneficiados com suas “doações”, 56% dos candidatos se elegeram em 2006 (a maior parte, do partido governista). É, no mínimo, um eleitor não desprezível. Se não reclamou é porque, realmente, a situação está ótima. Desapropriar empresas brasileiras pode. O que não pode, como lembrou o Bender, é interferir em nossa economia. O Barão do Rio Branco deve estar se mexendo na tumba.

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Os eternos insatisfeitos e seus raciocínios mirabolantes

Vejam o infeliz:

Autor : paulo vasconcelos (IP: 189.44.187.18 , 189-44-187-18.customer.tdatabrasil.net.br)
Email : pauloxxxxx@hotmail.com
URL:
Comentário:
O que seria a má economia?  já que vocês tem o monopólio da “boa economia”.
Façam me o favor, se esse é o tipo de argumento usado, como posso levar a sério esse blog?

A má economia é a que não é a boa. Paulo, você não pode levar a sério esse blog. Percebe-se, de seu texto, que não há como. Mesmo assim, obrigado pela visita.

p.s. não beba muito antes de ler: ninguém disse que temos o dito monopólio.