Uncategorized

A dinâmica do gasto parlamentar…

Senadores que têm parentes próximos como candidatos lideram despesas em transporte e estadias

Dados do Excelências (www.excelencias.org.br), projeto da Transparência Brasil que reúne diversas informações sobre parlamentares brasileiros, indicam que os três senadores que apresentaram mais gastos em transporte e estadias este ano têm familiares próximos na disputa das eleições.

As despesas são pagas com dinheiro dos parlamentares mas eles são posteriormente reembolsados – é a chamada verba “indenizatória”, estipêndio a que cada parlamentar tem direito, supostamente para apoiar a sua atividade no Legislativo.

Enquanto em média os demais senadores têm gastos de R$ 39 mil em transporte e estadias, Romeu Tuma (PTB-SP), Mão Santa (PMDB-PI) e Jayme Campos (DEM-MT) apresentam despesa média de R$ 101 mil.

Os três senadores têm familiares próximos envolvidos nas eleições deste domingo:

· Romeu Tuma, gastos de exatos R$ 105 mil, tem um filho – Robson Tuma – candidato a vereador de São Paulo;

· Mão Santa (PMDB-PI), despesas declaradas de R$ 104,7 mil, tem a mulher, Adalgisa de Moraes Sousa, candidata a prefeita de Parnaíba, no Piauí; e

· Jayme Campos (DEM-MT), gastos apresentados de R$ 94,9 mil, tem um irmão – Julio Campos – candidato a prefeito de Várzea Grande, no Mato Grosso.

Os 75 senadores que se utilizam da verba indenizatória para ressarcir despesas com viagens já embolsaram nesse item R$ 3,1 milhões desde fevereiro.

No total, os 77 senadores que se utilizam da verba “indenizatória” já gastaram desde fevereiro R$ 6,6 milhões (além de viagens, os parlamentares também são indenizados por gastos com aluguel e consultoria, entre outros itens).

Para ver a relação completa dos gastos de cada senadores com a verba dita “indenizatória”, acesse http://www.excelencias.org.br/@resumo_verbas.php

Contato 11 3062 3436

Fabiano Angélico, coordenador de projetos

Ah, vidinha boa…

Uncategorized

A lógica econômica do mercantilismo (mais um artigo interessante)

Efficient Mercantilism? – Revenue-Maximizing Monopolization Policies as Ramsey Taxation
May 30, 2008
Roger D. Congleton and Sanghack Lee1
Abstract
The economics literature on mercantilism tends to emphasize gold hoarding and external barriers to trade as defining characteristics. Medieval institutions, however, included a host of internal barriers to trade as well as external ones. Moreover, monopoly privileges and high offices were often for sale. In this paper, we analyze how a stable unitary government’s regulatory policies may be affected by revenues and other services generated by the efforts of rent seekers. Competition for monopoly privilege can be a significant source of government revenue that augments tax revenues, especially in settings in which collecting “ordinary” tax revenues is problematic. Our analysis provides a possible political-economy explanation for relatively successful authoritarian states that have relatively little corruption, but many internal and external
barriers to trade. A revenue-maximizing government encourages greater monopolization than is compatible with economic efficiency, but sells monopoly privileges in a manner that promotes innovation and partially accounts for the deadweight losses associated with monopolized markets.