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Harvard e os soldados de chumbo

Unger quer mulheres no exército. Dani Rodrik deve estar arrancando os cabelos…

Agora, ele tem um ponto: porque o Leviatã brasileiro só pode obrigar homens a se alistarem? Tudo bem que nos EUA tenhamos lá uma ou outra mulher no exército. Mas o arranjo é o mesmo? Digo, lá também é por submissão a ordens do governo (ainda que venham de um professor de Harvard) que as pessoas se alistam?

Eis a diferença.

p.s. Eu falava mais cedo – e sempre por aqui – sobre as diferenças entre o discurso do sr. da Silva e sua prática. A insistência em preservar Unger, quase blindá-lo a qualquer custo, bem como os sopros intervencionistas (agências regulatórias, estatais, controlar a vida dos indivíduos, obrigá-los a servir ao Exército, a pagarem impostos sindicais, etc) é uma clara indicação de que a população brasileira deveria adiantar seus pedidos de passaporte ou se preparar para as eleições de maneira menos porca e desatenta. A notícia é: não há um único político que se disponha a defender o discurso liberal (nem mesmo isto, já que nunca fazem o que dizem fazer).

p.s.2. Harvard é mesmo um celeiro de más idéias.

Um comentário em “Harvard e os soldados de chumbo

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