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Isso é bolivarianismo light

Credibilidade de quem dificulta a ação de um regulador e autoriza (não puniu, então autorizou, QED) a espionagem? Só mesmo a militância militonta para defender tamanha sujeira. Saudades do SNI…

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Recomendações de filmes que você nunca terá dos mascates das ideologias

Lições de vida para um futuro menos repressor e cerceador de suas liberdades, selvagem brasileiro? Eis um filme educativo. Veja um trecho aqui e o trailer aqui.

Ah sim, você nunca o verá por aí. Ele é muito politicamente incorreto no linguajar de hoje. Sabe como é, pluralismo, só entre social-democratas, socialistas, anarco-socialistas, comunistas. Liberalismo jamais será discutido porque, afinal, as necessidades da maioria (sem qualquer critério de medida, claro, porque isto seria positivismo e positivismo é, para os analfa-metodológicos, liberalismo) se sobrepõem às da minoria.

Assista-o e discuta-o. Liberalismo não exige profissão de fé. Exige apenas que você respeite as individualidades e tolere as diferenças. Todo o argumento anti-liberal que ouço nos botecos brasileiros está no filme. É incrível. Bela produção.

Mas se tiver chance, um dia, veja. Eu mesmo tenho cópia do filme que, eventualmente, volta ao ar na TV paga (aquela que o governo queria controlar o que você pode ver com quotas de produções nacionais).

p.s. a verdade incomoda aos poderosos?

p.s.2. o sucesso do liberalismo é tanto que o livro que deu origem ao filme está esgotado.

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Liberdade no Rio de Janeiro?

29.08.2008 » Índice de Liberdade Econômica: Encontro no Rio de Janeiro

Encontro anual de Colaboradores Internacionais

do Índice de Liberdade Econômica

do Fraser Institute, Ca.

Tema:

“Liberdade e Direitos de Propriedade”

O Rio de Janeiro vai sediar em novembro o encontro anual de especialistas que contribuem para a formação do Índice de Liberdade Econômica no Mundo elaborado pelo Fraser Institute, com sede no Canadá.

O Instituto Liberal é um dos cicerones do encontro, ao lado do Fraser Institute, com o patrocínio da Friedrich-Naumann-Stiftung für die Freiheit (filial Brasil).

Cinqüenta especialistas do mundo inteiro se reúnem para analisar os resultados do índice a ser divulgado e discutem a composição do próximo índice. No encontro também são apresentados alguns temas para discussão por participantes que se inscrevem com seus papers.

O tema central do encontro de 2008 cai como uma luva para o país sede: “Liberdade e Direitos de Propriedade”. Os brasileiros acham que são livres e nem desconfiam por que são pobres. Nesse ponto, muitos dos que têm convicção pessoal para as razões de nossa pobreza, geralmente tomam por base as justificativas incorretas.

Leia o resto.

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Harvard e os soldados de chumbo

Unger quer mulheres no exército. Dani Rodrik deve estar arrancando os cabelos…

Agora, ele tem um ponto: porque o Leviatã brasileiro só pode obrigar homens a se alistarem? Tudo bem que nos EUA tenhamos lá uma ou outra mulher no exército. Mas o arranjo é o mesmo? Digo, lá também é por submissão a ordens do governo (ainda que venham de um professor de Harvard) que as pessoas se alistam?

Eis a diferença.

p.s. Eu falava mais cedo – e sempre por aqui – sobre as diferenças entre o discurso do sr. da Silva e sua prática. A insistência em preservar Unger, quase blindá-lo a qualquer custo, bem como os sopros intervencionistas (agências regulatórias, estatais, controlar a vida dos indivíduos, obrigá-los a servir ao Exército, a pagarem impostos sindicais, etc) é uma clara indicação de que a população brasileira deveria adiantar seus pedidos de passaporte ou se preparar para as eleições de maneira menos porca e desatenta. A notícia é: não há um único político que se disponha a defender o discurso liberal (nem mesmo isto, já que nunca fazem o que dizem fazer).

p.s.2. Harvard é mesmo um celeiro de más idéias.

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Custo de oportunidade, na prática

Seven years after the attacks of Sept. 11, 2001, the state’s terrorism threat level remains at an elevated yellow, even in the absence of credible threats.

For local law enforcement leaders in Connecticut and across the country, the time has come for federal authorities to start putting their money where the most urgent problems lie: in fighting crime on the streets.

Federal funding for law enforcement has been “decimated” in recent years, according to a letter written by Ronald C. Ruecker, president of the International Association of Chiefs of Police.

“The simple truth, is that average Americans are much more likely to find themselves victims of crime than of a terrorist attack,” he wrote. Since the terrorist attacks, “99,000 Americans have been murdered, and each year roughly 1.4 million Americans are the victims of violent crime.”

Eis a necessária união da Estatística com a Economia. Como é que você decide a alocação de recursos sem pensar nas probabilidades? Claro, as probabilidades e toda a parafernália estatística deveria estar ligada a conceitos econômicos como os de bem-estar (Scitovsky, Pareto, Kaldor, etc). Bem, pelo menos no que diz respeito aos índices de preços e quantidades, qualquer aluno – que estudou e entendeu preferências reveladas – já sabe.

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Economia da Defesa

De que adianta um pré-sal aqui ou uma perfuração ali se vizinhos poderosos – como o governo bolivariano da Venezuela – podem facilmente ameaçar o país? Eis um problema cujas variáveis envolvidas vão além da ingênua choradeira sobre a 4a frota dos EUA.

A discussão passa por duas perguntas simples: quem perderá para que gastemos com a Marinha brasileira e, claro, como este gasto é compatível com uma sociedade livre? Obviamente, o calcanhar de Aquiles é que a administração da Silva já demonstrou, mais de uma, duas ou cem vezes, que não é favorável a uma sociedade livre, o que gera um risco de que gastos em defesa sejam usados de forma viesada no sentido de maximizar o benefício político, não o econômico.

Quando isto acontece, já mostraram todos os clássicos artigos de Public Choice (Escolha Pública), o governo cresce sem que você cresça.

Eis o problema, nu, como o rei. Claro que a blogosfera não-liberal (e os chapas-brancas de pijama que por aí publicam) tentarão criar a velha confusão de argumentos que gera resultados do tipo: “liberal é malvado porque não quer gastos em defesa”, “libertário é ingênuo porque não acredita que gastos em defesa sejam úteis”, “o pré-sal é nosso, por isso o governo deve ser muito grande”, “mais exército, mais progresso, o que importa é ‘trocar liberdade por segurança'”, etc, etc, etc, e, claro, etc. Falácias as mais diversas.

p.s. é aquela história. Sujeitinho acha um mapa do Centcom americano que divide o mundo em esfera de influência e faz aquela crítica – de político sobre o caixote – do governo dos EUA. Mas, espere, o governo boliviano não tem tal mapa disponível (e nem é lá aquela democracia…) e já interferiu no fornecimento continental de gás. O governo venezuelano, idem. Fidel já mandou, há anos, tropas para a Angola e também não publicou qualquer mapa. Conclusão: apenas democracias permitem a divulgação de suas intenções. Governo autoritários e não-autoritários possuem sonhos megalomaníacos sim, mas apenas os que se encontram sob amarras liberais conseguem gerar contrapontos viáveis.

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Como o governo usa os incentivos econômicos para gerar injustiça…

…e como no Brasil, casos similares sobre a indústria de multas nem passam perto das redações de “supostos” jornais.

There are strong incentives for law enforcement officers to investigate Article 29 cases. Under the current reward system, officers receive NT$1,000 plus one or two merits added to their year-end job evaluations for each case that is sent to the prosecutors’ office.

“Like salespersons, police also have work quotas to fulfill. It is understandable why cops choose to sit in the office and go fishing on the Internet instead of chasing drug dealers on the street. These structural deficiencies contribute greatly to selective investigation by the police,” says prosecutor Chang An-chen (張安箴) at the Taipei District Prosecutors’ Office (台北地檢署).

A história toda é mais interessante ainda porque mostra como os “progressistas” de sempre não demonstram o mínimo respeito pelos efeitos das restrições à liberdade, abrindo espaço para arbitrariedades daqueles que detêm o monopólio da coerção. No fundo, é a velha história: não existe almoço grátis mas sempre alguém pensa que pode fazer com que outros paguem por ele. O resultado é que todo mundo perde.