Uncategorized

ABIN

A pergunta do Coronel é perfeita. Pena que a imprensa tenha medo de levar seu papel investigativo até as últimas consequências. Se tivesse coragem, chegaríamos à pergunta do Coronel e aos fatos. Afinal, a quem serve a ABIN e como o bolivarianismo light da administração da Silva se propõe a construir uma política de inteligência vinculada à democracia, não ao coronelismo?

Perguntas para os militantes responderem. Opa, eles são alugados (quando não ganham sucessivos cargos na administração da Silva…).

Eis aí um bom problema para os fanáticos defensores da administração da Silva e seus blogueiros chapas-branca. Vejamos o festival de argumentos falaciosos que surgirá na blogosfera nos próximos dias, na tentativa de conciliar democracia, iluminismo dos operários e violação dos direitos individuais. Só não vale comparar ao George Bush porque, afinal, nós não somos imperialistas, né?

Uncategorized

Partido do sr. da Silva tem a militância mais hipócrita do Brasil

É o que penso, após constatar isto. Também, o que você espera de gente que adora prender e arrebentar em nome de uma bandeira vermelha? Quando não o faz, aprova o que seus aliados fazem pelo silêncio (indecente) dos intelectuais ou pelo apoio oficial (e não oficial).

Uncategorized

Selva pergunta

E eu respondo: porque o livro é bom. Resposta selvagem, não? Mas aí vão os detalhes:

  1. Ninguém entende a economia brasileira contemporânea sem entender alguns modelos brilhantemente expostos por Simonsen no livro. Não é necessário e suficiente, mas é necessário.
  2. É bom estudar matemática de vez em quando e o livro é um bom estepe para meu fusca matemático.

Ok, Selva? Quantos cursos de história econômica brasieira não passam de citações de fatos? A favor dos professores, lembro que existe um MEC e exigências esdrúxulas de uma burocracia que perde seu poder de cantar coristas na boate se o currículo muda e eles, como todos, percebem que só conhecem apenas um pouco do conhecimento universal (um pouco? Quase nada…).

Para inovar, no ensino universitário, os incentivos públicos são:

  • seja um palhaço – ao menos o show ajuda no ensino
  • cumpra o programa exigido pelo MEC rapidinho e, no tempo que sobrar, ensine algo útil – este é o esforço de alguns professores sérios

Poderíamos elaborar mais o ponto, mas o Selva pode inferir o restante.

Uncategorized

Diz um economista inglês…

O economista trata como positiva a transformação do Bolsa Escola e outros três programas de transferência de renda criados no governo Fernando Henrique, aos quais se refere como “mais paternalistas e mais seletivos”, no Bolsa Família, no governo Lula.

Mas deixa claro que ainda considera o programa brasileiro, que atende a famílias com renda mensal de até R$ 120 por pessoa, paternalista. Para Standing, ao selecionar e colocar condições aos beneficiários, no caso famílias com crianças em idade escolar, o Bolsa Família exclui famílias que não se encaixam nessa categoria. A exigência de cadastro também é criticada.

“A autonomia (no Bolsa Família) é assegurada no sentido de que os recipientes podem escolher como gastar o dinheiro, mas as condicionalidades são restritivas, e incluem freqüência escolar de crianças entre 5 e 15 anos, aulas pré-natal para mulheres grávidas e vacinas para crianças menores de sete anos”.

O principal alvo das críticas do autor, entretanto, são os programas que distribuem comida ou outras commodities. Ele argumenta que as famílias são obrigadas a aceitar o que se presume ser bom para elas, além de poder distorcer os preços desses produtos no mercado local. “Ademais, tais programas reforçam a idéia de caridade mais do que de direitos econômicos.”

Repare na última frase: caridade ou direitos econômicos? A pergunta é importante. Uma coisa, que político adora, é tratar o sujeito como um boi. A idéia é que se você lhe dá capim, já está ótimo. Outra coisa é o sujeito ter prerrogativas enquanto consumidor.

Eu diria que é muito mais “cidadania” ter o direito de combater a inflação e enfrentar um mundo de preços relativos pouco distorcidos do que aceitar que o governo destrua minha vida às custas de um pedaço de queijo (além de me vender o pedaço como algo muito melhor do que realmente é, ainda mais que minha vida vira um inferno com preços distorcidos…).

Eis uma discussão que dará pano para a manga. Aposto que não veremos nenhum dos economistas pterodoxos (da ala ortodoxa) criticar estes aspectos dos planos. Afinal, o monopólio das bolsas de pesquisa (e também a “suposta” neutralidade que uma bolsa de pesquisa pública lhe confere, enquanto suposta “autoridade no assunto”) é muito tentador para este tipo de pterodoxo.

Mas a discussão não deveria passar em brancas nuvens. Vejamos se os pterodoxos (da ala heterodoxa) conseguem se libertar de sua fascinação com o esoterismo psicodélico da idolatria do trabalho em detrimento do capital (e da agricultura ou ao capital humano) e elabora alguma crítica civilizada ao programa. Civilizada, eu disse…

Até lá, fico com o colega inglês que, pelo menos, abre o debate.

Uncategorized

Etmológicas

A foreigners guide to the Lands of the Sunrise

April 3rd, 2007

Dedication
To King Shō Shin, 首里城 Shurijō, Kingdom of Ryūkyū
As a 里之子親雲上 Satunushi Pēchin, any would realise I am as a samurai. In the tongue of the Japanese, 標準語 hyōjungo, “samurai” is derived from the archaic hyōjungo verb “samorau”, changed to “saburau”, meaning “to serve”. So it is that we often see actors, dancers, instruments, swords, […]

Quem diria…