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Tirania do Controle

Na legenda do segundo vídeo da série há um erro no debate. Em determinado momento, discute-se a suposta política industrial bem-sucedida japonesa e o tradutor ouviu “meaning” ao invés de MIT (Ministry of Industry and Trade). Isto gerou uma estranha frase na qual o livre mercado combate o “significado”.

Afora erros gramaticais pequenos, em geral, a tradução segue bem. Mas houve este escorregão aí, neste episódio.

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Novo herói do bolivarianismo

O bolivarianismo tem um objetivo e duas estratégias: a direta e a indireta (ou gramsciana). Mas o símbolo máximo da revolução calhou de ser um atleta cubano e sua ensandecida (para os não-bolivarianos) atitude diante da derrota.

Claro, sem rancores. Duke disse bem. Aliás, babaquice mesmo é ter tantos assessores supostamente sérios e fazer um discurso imbecil. Pelo menos eu não faço isto (mas também nunca tive assessor, he he he). Por falar nisto, você se lembra de quando comecei o debate sobre matemática em economia, aqui? Transbordou para um debate entre economistas austríacos e não-austríacos. Mas o ponto principal virou pauta de revista de circulação nacional. Veja aí a situação a que chega um ensino médio sem matemática de qualidade. Lamentavelmente, a administração da Silva não tem feito nada para combater isto. Medidas como obrigatoriedade de música, filosofia ou qualquer outro afago para gente que não arruma emprego facilmente (pelo visto nem emprego público) nas escolas privadas não ajudam o aluno. Ajudam apenas os profissionais.

O final disto, claro, é o início deste texto: educaremos meninos mimados pelo patriotismo tacanho. Patriotismo, aliás, que gente como os assessores do sr. da Silva sempre disseram ser ruim para o povo. Como qualquer governo, ao chegarem ao poder, apenas tomaram posse do ufanismo Costa-e-Silva a seu favor. Isto não se pode negar: eles sabem governar.

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Mais História Econômica Bacana

Abstract
The timing and nature of industrialization in Britain and continental Europe had significant consequences for the growth and development of labour market institutions, effects which are still felt today and which are visible in the conceptual structure of labour law and company law in different countries. However, contrary to the claims of the legal origin hypothesis, a liberal model of contract was more influential in the civilian systems of the continent than in the English common law, where the consequences of early industrialization included the lingering influence of master-servant legislation and the weak institutionalization of the juridical form of the contract of employment. Claims for a strong-form legal origin effect, which is time invariant and resistant to pressures for legal convergence, are not borne out by a growing body of historical evidence and time-series data. The idea that legal cultures can influence the long-run path of economic development is worthy of closer empirical investigation but it is premature to use legal origin theory as a basis for policy initiatives.

Mais uma vez eu pergunto a você, leitor: quantos alunos de história econômica têm o prazer de conhecer discussões realmente de fronteira? Poucos, não? Pois é. Parabéns aos professores que não se prendem à repetição de manuais nestas matérias.