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Sal nos olhos dos outros é pimenta

Passei oito anos de governo social-democrata (FHC) ouvindo que “de nada adianta privatizar se ficamos com um monopólio privado”. Outro zumbido intermitente era: “mas, quem ganhou com a privatização? Os grampos, então benditos por 11 entre 10 militantes de esquerda, mostram que fulano favoreceu isto ou aquilo”.

Agora temos a comprovação de que a “esquerda” supostamente progressista nunca mudou: querem o “monopólio do sal”. Para eles, concorrência se combate com mais monopólio. E olha que dizem que leram aqueles esotéricos que falavam horrores dos monopólios…

p.s. os blogueiros aposentados e chapas-branca devem explicar aos leitores porque tentaram, de todo jeito, desvincular todas estas incríveis coincidências de similares bolivo-venezuelanos em termos de espetáculo circense-político. Afinal, para esta gente, democracia é só eleição.

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O sonho continua

Ei Shikida!!!!
Fiquei tão desolada com o fechamento do sushi bar do Japan Style que sonhei que você tinha aberto o seu próprio sushi bar e que quando eu soube da notícia disse: tá vendo! Bem que ele disse que as coisas continuariam!

Enfim… fiquei realmente chateada… mas pelo menos fiquei feliz com a notícia no sonho.

Até… 🙂

A Áurea, minha amiga, ficou chateada com o fechamento do Sushi Bar mais interessante de Belo Horizonte. Capital caipira, BH tem umas características de mercado nem sempre favoráveis à multiculturalidade (será? será? será? Sei não…mas que fico bem falando igual a “ociólogo”, isto fico). O sushi bar promoveu a cultura japonesa com exibição de filmes interessantes de Miyazaki, Kurosawa e estes animes doidões mais contemporâneos.

Gustavo Eda nos brindou com shamisen lá e eu, ocasionalmente, cantei minha música folclórica predileta sob seu excelente shamisen naquele boteco que ficará na memória de muitos como a melhor combinação  de comida japonesa boa e barata de Belo Horizonte. Tinha lá suas falhas de atendimento (mais do que ninguém, eu sei disso, já que fazia um boca-a-boca – opa! – intensivo do boteco), mas foi um lugar no qual você podia, por breves instantes, sentir-se imerso na cultura japonesa.

Sou grato ao Kenji. Não fosse por ele, não teria encontrado minha esposa lá. Também não teria conhecido melhor alguns excelentes ex-alunos (e um ou outro aluno) em um ambiente fora dos corredores acadêmicos. Claro, também não teria treinado tanto para o concurso nacional de karaokê em SP com o Gustavão.

É isto aí, Áurea. Tivesse eu dinheiro, abriria um boteco destes. Mas nunca fui empreendedor, só acadêmico. De qualquer forma, Claudio e seus amigos encontrarão outro lugar para se reunirem! Não é, Claudio? É, Cláudio. Com certeza.

Saraba, Sushi-bar-san.