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Pacifistas brasileiros ainda caladinhos…

…e embaixo da cama. O ponto do meu xará é perfeito: muito neguinho supostamente pacifista só o é quando o governo é democrático. Quando o negócio é truculência bolivariana, as calças molham. Pelo menos não molham com sangue…ainda.

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Laurini também concorda comigo: falta matemática para a moçada

Muita besteira se ensina por aí, em cursinhos de duvidosa reputação. Eu sei, eu sei, é difícil encarar as dificuldades, dizer que a culpa é mesmo sua e esquecer esta história de culpar “usortodoquiços” porque não se rendem à verborragia “duseterodoquiços”. Mas não tem jeito. O caminho, como diz o Laurini, passa pela matemática.

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Partido do sr. da Silva e seus membros

O espetáculo do crescimento é isto. Não custa lembrar que até para saber como anda a situação de certa prefeitura, uma informação pública, os caras cobram. O partido do sr. da Silva é o que mais privatiza a coisa pública. Só perde para os antigos comunistas da URSS (que ainda são representados no Brasil por outros candidatos). Leo Huberman, se vivo estivesse, seria – por força moral – obrigado a reescrever seu bizarro livro sobre a “história da riqueza”, desta vez, transformando-o em livro de não-ficção…

Bom, mas político é político – e o de esquerda está longe de ser o modelo de “ética” que apregoa ser. Veja só isto.

p.s. eis um enigmático (para mim) e interessante post sobre a direita aqui.

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Matemática para economistas: a má base não se cura com band-aids

Eis um artigo crítico sobre os cursinhos de “salvação” para alunos que não sabem a diferença entre um chinelo e um símbolo de multiplicação. Conclusão? Não adianta atacar a ferida aberta e hemorrágica com um band-aid. Ah sim, falamos da Inglaterra. Interessante, o problema não é só do Brasil.

Aliás, já dizia alguém, outro dia, na selva, o problema é maior. Por que? Porque supostos economistas que supostamente ensinam economia adoram doutrinar para os quadros do(s) partido(s) ao invés de ensinar. Nem Karl Marx, em seus sonhos mais loucos, imaginou tamanho desrespeito ao ser humano (em termos de educação porque, claro, uma morte ou outra é parte da impessoal dialética materialista…).