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O superávit primário obeso

Corte de gastos? Que nada. Preciso lembrar que o superávit primário não inclui pagamentos de juros para que o leitor perceba o tamanho do problema? Isto não é um “choque de gestão”, mas sim um “choque na gestão”. Um choque perigoso. Sabemos que ajustes fiscais baseados no aumento de impostos não são tão bons como os de corte de gastos. Mas é uma escolha de política que agrada a muitos pterodoxos.

O problema, claro, fica para as gerações futuras, estes bobocas que ainda não nasceram mas que, claro, serão a “geração do futuro” e pagarão a conta. Ou então cuidamos de olhar para a dívida pública, sua sustentabilidade, e os efeitos de longo prazo de um governo que só cresce.

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