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Este blog entra em ritmo lento a partir de hoje. Volta ao normal no final da semana. Enquanto isto, os interessados na mobilização pacífica pelo Estado Mínimo e por uma carga tributária de melhor qualidade podem deixar os comentários aqui.

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Sou brasileiro e não desisto nunca

Segundo as estatísticas da UCRIF (Unidade Contra Redes de Imigração e Falsificação), os brasileiros são, junto com os nigerianos, os maiores responsáveis pelas máfias de documentos ilegais no país.

O esquema brasileiro tem ramificações em Portugal, Itália e Inglaterra. As quadrilhas compram documentos verdadeiros de europeus e os adulteram.

Triste, né? Mas é verdade. O Brasil e a África têm muito em comum, como já ressaltado pela nova política externa inaugurada na administração da Silva.

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Mineiros não se importam com o tamanho da carga tributária! Será mesmo?

Ontem eu perguntei:

Alguém quer me acompanhar no dia 28 de Junho, em nossa versão mineira disto?

Resumo da ópera: no dia 28 de junho faremos uma pacífica manifestação contra o aumento do Leviatã. Seja por conta da CSS, seja por causa da carga tributária em pleno “espetáculo de crescimento”, seja porque você cansou do excesso de regulações que todos os governos (municipais, estaduais, federal) promovem às suas expensas (e sobre sua própria vida), ou porque você cansou de ouvir mentiras como a de que “todos os males do país são resultado do (suposto) neoliberalismo”, enfim, a chance é esta.

Muita gente vem até este blog para tentar responder alguma pergunta que algum professor lhe fez acerca do que são “movimentos sociais”. Esta é a chance de você mostrar a este leitor/internauta que movimento social não é monopólio desta ou daquela corrente partidária. “Movimento social” surge de nossas ações individuais. Há os movimentos que desejam diminuir e minar sua liberdade de expressão, claro. Mas há os que não concordam com isto…

Conto com o Juliano Torres (até agora). Alguém mais? Mande seu comentário se quiser participar. Eu e o Juliano já estamos nesta.

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Riqueza traz felicidade…mas nem sempre educação

O Estado do Rio, maior produtor de petróleo do País, tem indicadores de qualidade em Educação comparáveis a municípios do Nordeste. Apesar da receita extra com royalties e o aumento nos investimentos em Educação — R$ 4,09 bilhões — os municípios, encabeçados por Campos, com maior participação na receita do petróleo não conseguiram alcançar média 5 no Ideb, índice de avaliação educacional do Ministério da Educação (MEC), que oscila numa escala de 0 a 10. Os dados estão no anuário estatístico divulgado ontem pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Campos, no Norte Fluminense, teve a maior participação nos royalties, em 2006: R$ 847,8 milhões. No entanto, as escolas da rede municipal amargaram o pior desempenho em Educação (2,9), só comparável a estados pobres como Sergipe e Ceará. No extremo oposto, Trajano de Moraes conquistou o primeiro lugar no Estado do Rio, com a média 5,4, recebendo apenas R$ 3,49 milhões do petróleo.

Quem adivinha o porquê disto?