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Pré-Copom acerta na mosca!

O grupo de alunos do pré-Copom apostou em 0.5 ponto(s) e acertou. Desta vez, inclusive, foram estimadas as probabilidades disto ocorrer dados vários cenários. Com a chegada das provas e das férias, teremos que interromper o acompanhamento e/ou minimizá-lo porque vários integrantes estarão em período de férias.

Mas, no início de Agosto, voltamos para continuar nossas análises que, a cada dia, estão melhores.

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Incentivos errados

Em 2006, na sala de aula, eu discutia a questão de que seria um incentivo tolo estabelecer quotas para fiscais de trânsito. Dizia esta pobre alma: deveria haver um benefício líquido, deveria haver o desconto das multas que a JARI julgar inadequadas.

Isto foi em 2006. Agora, temos a notícia de que os burocratas da prefeitura agem de maneira incoerente com o discurso “educativo” das multas de trânsito. Cito:

A BHTrans admitiu ontem que um dos critérios para avaliar o bom desempenho dos fiscais de estacionamento rotativo em Belo Horizonte é exatamente o número de notificações válidas aplicadas por cada um deles. A empresa estabelece o mínimo de 18 autuações por dia como um dos pontos analisados para que os agentes de trânsito possam fazer duas horas extras diárias e folgar aos sábados.

Viu só? Qual o incentivo? Simplesmente o de aumentar a arrecadação. Note como isto conduz a um “equilíbrio orçamentário” municipal cruel, no qual os eleitores-cidadãos são tratados como fonte de receita apenas, sem preocupação com a re-educação no trânsito. O resto da matéria é uma bela lição de como governos falham e fazem isto, claro, às custas do contribuinte.

Minha única satisfação é ter discutido isto muito antes do jornalista sequer imaginar em investigar esta óbvia fonte de boas matérias…

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O xis da questão

Nos meus tempos de graduação, professores adeptos da pterodoxia (e com sonhos eróticos sobre os ancestrais do bolivarianismo) adoravam usar um pseudo-argumento em discussões. Sempre que você fazia uma crítica, eles “invocavam” o “Fetichismo da Mercadoria” (aquele que diz que um copo de plástico não é apenas um copo de plástico mas sim uma complexa teia de redes sociais fincada, obviamente no coração da classe trabalhadora, em favor do capitalismo) e diziam: “você só viu a superfície dos fatos”.

Há uma pretensão aqui: toda a crítica é superficial e eu estou sempre certo. Pois é. Eu acho que eles, no dever da consistência moral e cívica (fora a questão da própria consciência) deveriam dizer o mesmo para os adeptos do sindicalismo bolivariano. Afinal, eles também ganham com uma política fiscal supostamente apertada mas, na prática, bem folgada.