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Curiosidade

Janaína acha isto interessante. Acho um atalho ruim. O menino nem sabe matemática direito e agora terá que entender a dialética hegeliana? Curiosidade mesmo eu tenho em saber a opinião daqueles economistas supostamente ortodoxos que participaram da primeira administração da Silva com muita boa vontade. O que será que eles acham disto? É isto que chamam de reforma estrutural para o crescimento?

O silêncio destes ex-membros da primeira administração da Silva, muitas vezes, parece-me um tentativa de tentar fazer algo similar ao que fez o ex-presidente Figueiredo. Lembra dele? Aquele que pediu que o esquecessem.

Falta realmente um estudo sério (científico) sobre as motivações dos economistas em participarem de governos que lhe são ideologicamente estranhos (pelo menos no discurso histórico). Quais os benefícios e quais os custos de fazer parte dos primeiros escalões de um governo? No caso do sr. da Silva, uma pergunta adicional que acrescento é: qual o custo de se propor reformas para um presidente que acha que um aluno que não sabe escrever ou contar deve ter mais matérias que…exijam dele mais complexidade de raciocínio?

Nada contra os filósofos (mas talvez contra muitos sociólogos). Mas para mim, se é para gastar mais impostos em aulas, eu, eleitor e cidadão, decidiria por mais matemática e português. A alienação trazida pelo mau ensino da filosofia (e sociologia), na minha opinião, é muito pior do que uma aula ruim de matemática.

Claro, já vi tudo: as escolas privadas logo, logo, serão obrigadas a adotar esta medida, uniformizando mais ainda um ensino que os supostos intelectuais de esquerda dizem que deveria ser plural, com “diversidade” de experiências (desde que sejam apenas de esquerda).

Será?

p.s. Li apressadamente. A estrovenga é pior: escolas particulares já foram obrigadas para tanto. A gente vive dizendo que tem que discutir a qualidade do ensino que aí está e,….esquece…tenho o que fazer aqui.