Uncategorized

Se o governo estuda corte de impostos para combater a inflação…

…como diz isto, porque quer criar uma nova CPMF? Afinal, é a pterodoxia pró ou contra a inflação?

Uncategorized

A cultura…

Outro que fala de coisas similares ao que eu disse aqui, outro dia.

Trecho:

Nosso desinteresse, acho, é mais fruto da ignorância, que leva à indiferença, do que propriamente algum tipo de reação psicológica de fundo histórico pela condição de colonizados. Basta que alguém num grupo de amigos saiba um pouco de história para, rapidamente, todos ficarem interessados. E é sintomático que um jornalista brasileiro como Eduardo Bueno tenha se tornado um bestseller com livros sobre a história Brasil/Portugal.

Voltando à vaca fria, ou seja, a mim mesmo, é gozado ouvir brasileiros falando de brasileiros, brasileiros falando de portugueses e portugueses falando de brasileiros (vou contando o que ouvi ao longo dos textos para o blogue). Porque dificilmente me reconheço nas características. E não vai aqui qualquer traço de esnobismo (está bem, está bem, mas só um pouquinho). O fato de ter morado em várias cidades brasileiras tirou-me as raízes, aquela sensação de pertencer a algum lugar.

O primeiro parágrafo é perfeito. Somente os doutrinadores (supostos professores) de colégio dizem que é o negócio é se revoltar contra os imperialistas desde 1500. A moçada ouve isto, fica com preguiça, tenta ler alguma coisa, mas só encontra livros que mais lembram a coleção MIR de “o que é o capitalismo” e lixos afins ou então se depara com livros muito avançados (de nível universitário…para cima).

Se história fosse mesmo estudada, vários mitos da historiografia nacional seriam derrubados. E não me refiro apenas às mentiras da pterodoxia, mas também a muitos supostos autores (supostos estudiosos) do tema cujas teses ensebadas com muito palavreado que parece saído de uma sentença de um daqueles juízes amantes do parnasianismo jurídico, estão, quase sempre, erradas. Digo “quase” porque, por absoluto acaso, pode ser que o sujeito acerte. Mesmo a ignorância, claro, é um fenômeno aleatório. O sujeito pode ser um imbecil, mas eventualmente falará algo correto, por puro acaso.

Interessante texto este do Bruno.

A propósito, falando em cultura, encontrei a verdadeira ontem (deveria ter tirado uma foto!) de forma quase-espontânea na apresentação dos meninos do COPOM. Philipe (do Matizes), Juliano (do Preço do Sistema) e Pedro (do Homo Econometricum) e eu (daqui) estivemos em uma mesa de bar por quase duas horas. Creio que era 100% da blogosfera de economia de Belo Horizonte. Ou algo próximo disto. Vale a pena consultar o blog desta patota toda. Creio que todos os links estão na barra lateral aí à direita da sua tela.

Isto sim, é cultura.

Uncategorized

Mais um assalto ao seu bolso ou “Adivinhe para que (e para quem) serve a CSS que querem aprovar na marra”

Com a possibilidade de aumento do número de vereadores nas Câmaras Municipais em todo o país , deverá crescer também os possíveis candidatos aos cargos proporcionais do Legislativo. Por conta da diminuição do coeficiente eleitoral que, na prática, significa o total de votos válidos dividido pelo número de vagas disponíveis, cai também o mínimo de votos necessários para que os partidos conduzam seus candidatos aos cargos.

Para o presidente da Câmara Municipal de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, vereador Hélio Ferraz de Oliveira (PP), conhecido como Baiano, a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 333/2004, que ainda tramita em segundo turno na Câmara Federal e terá que ser aprovada em dois turnos também no Senado, fatalmente aumentará o número de candidatos. “Sem a menor sombra de dúvida, (a PEC) aumentará o número de postulantes porque a facilidade será maior pelo aumento do número de vagas”, explica Oliveira.

Com tantos funcionários públicos, daqui a pouco terei que defender a privatização do governo, para aumentar a concorrência. Afinal, o monopólio do Leviatã é um perigo quando as instituições são fracas. Onde estão os “movimentos sociais aparelhados, digo, organizados”? Sumiram, né?

A política é perigosa demais para ser deixada nas mãos dos políticos. A experimentação institucional seria bem-vinda, mas ela também depende desta camarilha (como dizia, então, nosso atual presidente, a respeito de seus – atuais – aliados).

Logo, não tem jeito. Pessimista, né?