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O presidente do Banco Central, o Duda Mendonça, o partido do presidente da Silva em Belo Horizonte e o fantasma de Brizola

Janaína Leite conta uma história bem interessante sobre todos estes itens aí em cima (alguns deles, claro, em liquidação…).

Dá medo mesmo é ver o silêncio obsequioso dos jornalistas de Belo Horizonte, muitos deles mais calados de 2002 para cá…

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Arte? Esquerda séria? Minorias melhores que maiorias? Só falta Papai Noel!

Eu nunca fui de seguir os meus amigos religiosos nesta história do aborto. Ainda acho a questão complicada em diversos aspectos. Mas esta mulher me fez rever meus conceitos. O primeiro deles é o de “arte”. Se isto é arte, porque peles de judeus de Auschwitz não seriam?

Bom, a humanidade da qual ela faz parte não é muito melhor. Tem o governo que insiste em se fazer de besta quando o assunto é sua aliança com grupos terroristas em “foros” de boteco e as minorias que, ao invés de pensarem no seu “orgulho”, submetem-se às migalhas do governo com um prazer que eu não recomendaria. Aliás, no dia em que algum governo criar cultura neste mundo, teremos, realmente, chegado ao fundo do poço da preguiça individual. Pobres gays (é o termo da notícia), agora são presas de uma entidade discriminatória maior. Quando perceberem, será tarde. Serão iguaizinhos ao estereótipo de sociedade que criticam. Serão não, já são.

Falando em terrorismo e cultura para mionrias, que tal usarmos a cultura bolivariana de usar crianças como escudos humanos, massa de manipulação doutrinal-ideológica ou algo assim?

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Afro-africanos são iguaizinhos ao resto da humanidade

Tristes notícias que nos chegam da África.

Um dos problemas que mais vejo entre a meninada é a rósea visão “xuxesca”: existem os “do bem” e os “do mal”. Parece um sintoma de não-individualismo claro: não existe diversidade, mas sim agregados que, claro, estão comigo ou “contra-migo”, como dizem por aí.

Com uma notícia destas, o cara fica estupefato. Nada que um leitor normal deste blog ache estranho, mas para aqueles eventuais visitantes que vivem sob o confortável manto ideológico que vê em Bush a culpa de tudo em sua vida (juntamente com FHC, empresários e, claro, o agribusiness), é um Deus nos acuda.

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Quem são eles para me dizerem o que é ou não degradante? (E quem lhes dirá o que é degradante na Justiça brasileira?)

Vai na íntegra:

Da degradação geral da nação

Sem jamais ter assistido o programa, sei que o Ministério da Justiça está correto, mas incompleto:

O Ministério da Justiça está monitorando os programas de Tom Cavalcante na Record. O órgão acaba de reclassificar o “Show do Tom” dos sábados, já exibido após as 23h, como inadequado para antes das 21h, por expor negros, gays e mulheres a “situações degradantes”.

Não são apenas os negros, os gays e as mulheres que são expostos a “situações degradantes”. O mesmo acontece com brancos, heterossexuais e homens no programa. Telespectadores de origem asiática e indígena, pansexuais, assexuados e hermafroditas também são degradados pelo programa. Todos os produtores, anunciantes e, principalmente, telespectadores do Show do Tom são degradados pelo programa. E todo cidadão brasileiro é degradado pela situação de ter o Ministério da Justiça envolvido com o que é ou não degradante para negros, gays e homossexuais.