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Sabedoria matemática

By Pato.

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Meus alunos, a Blockbuster e a opinião de um participante do mercado

Recebi, neste final de semana, uma mensagem de um leitor, proprietário de uma locadora, que comentou o e-book (veja na coluna ao lado, em “e-books”) que meus alunos fizeram sobre a Blockbuster. Encontrou, creio, um erro.

Fiquei muito contente com o ocorrido. Não é todo dia que alguém lê o trabalho de seus alunos e faz uma crítica construtiva. Vejamos o que os alunos respondem. É a chance de um diálogo produtivo com gente que entende o setor.

Quando se está há anos na internet, retornos como este valem um bocado. Agradeço ao sr. Fillipi, autor da mensagem.

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Fatores determinantes da riqueza de uma nação

Eis aí o novo livro do Adolfo Sachsida e de João Batista de Brito Machado. Acabo de receber meu exemplar (autografado!) e, primeiro, devo dizer: não é preciso ser economista para entender o argumento do livro. Basta não ser um analfabeto funcional.

Livro pequeno, menos de 100 páginas, mas que resume os princípios do desenvolvimento econômico de forma didática e agradável. Se eu fosse você, corria para comprar, ler o livro e, depois, debater com os amigos o argumento. Afinal, liberdade econômica é, ainda, o mais importante determinante que vejo para o desenvolvimento econômico, o que nos traz de volta a discussões que tivemos aqui, neste blog, sobre falência dos governos, empreendedorismo e o perigo da ideologização de tudo.

Adolfo, meu caro, parabéns!

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Integral na marra funciona?

Só 37 das 86 universidades privadas (43%) cumprem a exigência legal de ter um terço dos docentes trabalhando em regime integral, aponta o Censo da Educação Superior 2006 (mais recente). O prazo para adequação acabou há quatro anos, mas o MEC ainda não descredenciou nenhuma instituição.

Alguém acredita que uma lei que exija um percentual fixo de gente como “excelente” aumentará a qualidade do corpo docente de uma universidade? Claro que não (exceto os eternos fanáticos por leis). O que acontece em um caso como este é que existirão faculdades que adotarão critérios estranhos para encaixar qualquer um no regime integral. É um belo incentivo, por exemplo, para a fabricação de pesquisa de baixa qualidade, para dizer o mínimo.

É bom, claro, que existam professores de tempo integral em uma faculdade, mas uma lei destas não é a melhor (mais eficiente) forma de se obter isto. O papel regulatório do governo na educação, como em outras áreas, tem um tamanho ótimo e, não é por nada não, mas suspeito que estamos do lado errado da “Curva de Laffer”…