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O que resta ao IDEC?

Defender a maior concorrência entre bancos. Não concorda? Estou com o Adolfo nesta.

Pergunta básica: por que será que ouço poucos (lá vou eu seguindo a boa prática do jornalismo brasileiro) supostos defensores dos consumidores defenderem um aumento da concorrência entre os produtores/vendedores?

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Oferta, demanda e a falta de lógica

Diz Sardenberg:

Coloque-se na posição de um produtor de arroz no Rio Grande do Sul. Durante muitas safras você lutou com os preços baixos e sofreu a concorrência do arroz uruguaio, que entrava, via Mercosul, mais barato, dado o custo de produção menor (incluindo uma carga tributária menos punitiva). Você reclamou dessa situação e lhe disseram: “O que fazer? São as forças do mercado global…”

Aí, pelas forças do mercado, os preços sobem e ficam bons do ponto de vista do produtor. E agora, não pode? Vem o governo e ameaça com restrições à exportação e com o controle de preços internos.

Seria a mesma violação das regras do jogo que sofrem os produtores rurais argentinos. Exportadores de carne, por exemplo, fizeram um esforço danado para cumprir as regras sanitárias internacionais, livraram-se da febre aftosa e conseguiram colocar seu bife nos supermercados dos países ricos. Aí vem o governo Kirchner, proíbe as exportações e tabela os preços internos.

Continue lendo o texto (veja o link nos parágrafos). Difícil de entender?

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Os perigos do politicamente correto: a selva pré-Pizarro

Historiadores que fazem jus ao diploma sabem que a história não é esta lenda dos supostos especialistas e consultores de órgãos dedicados à construção de uma novilíngua na qual “social” é sinônimo de anjos e “individual” é o próprio tinhoso.

Por exemplo, uma mentira disseminada por supostos professores de História em colégios é a de que Pizarro chegou e – destacam sempre o catolicismo – arrasou com inocentes autóctones.

Nada mais longe da verdade.

Pizarro chegou e encontrou um império selvagem que massacrava seus vizinhos. Tudo bem que o massacrou, mas é bom lembrar que contou com a ajuda de todos os oprimidos da época. Em outras palavras, não existia nenhum bom selvagem aqui, exceto na mente amalucada (ou romântica, como queiram) do Rosseau e seus seguidores.

Ao final, sim, a colonização se deu com um banho de sangue mas, por outro lado, banhos deste tipo ocorrem em outros momentos da história (como no extermínio de ucranianos sob as bençãos socialistas) sem a mesma reação nervosa dos supostos atores sociais. Digo, supostos não porque até que atuam bem no palco…

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A pornografia rodou o mundo…

‘Obscenity, Empire and Global Networks’
Deana Heath

The expansion of the material networks in the British Empire in the second half of the nineteenth century, while facilitating the global conveyance of commodities ranging from tea to textiles and bayonets to bodies, also made possible the spread of books, magazines, and other print matter—including obscene publications. By the end of the nineteenth century the British Empire had thus come to serve as a vast network for the purveyance of obscene publications and other print matter, not simply between metropole and colonies but between colonies. This paper explores the role that national, imperial and global networks of traders played, on the one hand, in disseminating such print matter and the role of vigilance networks, on the other, in trying to put a stop to its distribution. It argues that, through transforming the regulation of obscenity into a project of imperial hygiene, the goal of such vigilance networks was to erect a ‘cordon sanitaire’ around the empire in order to protect it from becoming ‘corrupt’ and ‘degenerate.’