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Ensino burro e inteligente da matemática

A ciência mostrou: resolver a + 3 = b é melhor que 3 + 3 = 6. Ou chega, joga no lixo o discurso de muitos pedabobos que existem por aí, com ou sem diploma.

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A ONU vai dar chilique – versão globalização

A distância entre os níveis de riqueza dos países desenvolvidos e em desenvolvimento está um pouco menor. A distância, que era de 20 para 1 em 1990, caiu para uma proporção de 16 para 1 em 2006. A conclusão está no relatório da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) sobre os efeitos da globalização no desenvolvimento. O documento foi divulgado hoje na 12ª Unctad, em Acra, capital de Gana.

Dirá o suposto especialista da ONU: o que??? É mentira. Mas não é. E tem mais:

Embora ainda muito desequilibrada, a participação no PIB mundial também mudou nas últimas décadas. Segundo a Unctad, os países desenvolvidos – que representam apenas 16% da população mundial – produziram 73% do PIB nominal de 2006. Em 1980, essa participação era de 80%.

A globalização escraviza e destrói. A globalização escraviza e destrói (cantar em ritmo de música de igreja comandada por supostos padres latino-americanos).

Ok, agora que você já riu, pense um pouco. O que causa esta convergência? Algumas hipóteses (algumas delas oriundas de nossos “cabeças-de-bagre”):

  • A culpa é, como sempre, do George Bush;
  • A culpa é, como sempre, dos fabricantes de papelão chineses;
  • A culpa é, como sempre, do preço das commodities;
  • A culpa é, como sempre, da doença holandesa;
  • A culpa é, como sempre, da Aracruz;
  • A culpa disso, quem sabe, deve-se a algumas coisas que aqueles caras que estudam desenvolvimento econômico (enquanto outros lêem colunistas de economia em jornalecos) dizem.

Além disso, claro, temos os famosos desesperados que dirão que:

  • Mas isto não quer dizer nada;
  • Mas isto veio com o aprofundamento das desigualdades locais, regionais, globais e universais;
  • Mas a calota de gelo está derretendo por causa disto (logo, devemos gerar recessões em países como o Brasil para salvar as tundras…);
  • Mas isto não é tudo. A vida é muito mais complexa do que dizem vocês, economistas;
  • Mas isto não vai dar me abater parcelas de minhas dívidas com o BNDES;
  • Mas isto não é tão importante quanto a crise global (crise?) que começou há 500 anos atrás.

É divertido prever o discurso futuro com base no discurso passado…

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Padrão-Ouro, História Econômica e Economia Mundial

Entenda um pouco mais de tudo neste artigo. Uma orientanda de monografia que tenho este semestre promete novidades interessantes sobre este tema. Após quase 15 anos de minha primeira aula de Economia Monetária, falando sobre a versão estática do modelo de Barro-Gordon do padrão-ouro para uma turma de alunos, eis que alguém mais resolve explorar o tema.

Note bem: o estudo do padrão-ouro vai além do interesse simples em história econômica. Ele está no cerne da discussão sobre metas de inflação (ou de preços) e a boa condução da política monetária.

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Rent-Seeking e BNDES

Eu já fiz o link hoje, mas não resisto a um repeteco, lembrando ao leitor descrente a importância do conceito de rent-seeking e sua relação (absurdamente óbvia) com o tamanho do Estado que, por sua vez, possui uma forte correlação com o não-liberalismo (por sua vez relacionado com o social-democratismo, o socialismo, o bolivarianismo e outros autoritarismos de maior ou menor grau).

O que motiva gente da área a ser irônico? Por que este sarcasmo? Simples: você repete isto anos a fio e os Goebbeliano-Gramscianos de plantão contra-atacam com lentilhas satisfazendo a preguiçosa busca dos “intelectuais” que acreditam que pesquisa científica é juntar três bookmarks e, após um print-screen, plagiá-los e publicar como “opinião crítica”.

Ok, em algum momento você cansa e cria um blog com o nome de “Selva Brasilis” (opa, já criaram) ou assume uma postura impaciente perante a bobagem. Uma coisa é você ter 20 anos e lecionar para gente de 5 anos e ter que ouvir perguntas sobre se 2+2 = 4. Outra é ouvir a mesma pergunta de um sujeito de 30 anos. É isto que cansa.

Pingos nos “i”‘s: o caso do BNDES é um exemplo de rent-seeking e isto se combate com menos Estado, não mais. Menos Estado, neste caso, significa mais leis inteligentemente pensadas e que garantam uma margem menor para a prática mensalista, digo, corrupta(tora).

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O papel do Estado na economia: versão da Silva – BNDES

Na era da Silva, IPEA e BNDES sempre aparecem nas notícias do dia. Mas esta, agora, foi a melhor de todas. O engraçado é que os miolos-moles que não podem ouvir uma crítica ao operário-príncipe são os primeiros a reclamar do sindicato aliado (a tal FS). Engraçado como operário-príncipe só vale se for amigo dos supostos intelectuais (atualmente em obsequioso silêncio).

Diga-me com quem andas…