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Novo blog

Recomendo o “Escolhas e Consequências”, do Ronald Hillbrecht.

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Ordem Livre em BH

Acabei de saber. O povo de uma faculdade aqui de BH entrou em contato com o Diogo Costa e, rapidamente, ele esteve com Tom Palmer para uma palestra. Mas foi tão rápido, que ele nem pôde almoçar comigo.

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A reforma agrária aumenta a desigualdade?

Aumenta, entre os agricultores. Como é? Vejamos o final-do-final do texto:

Interestingly, the analysis of the effect of land reform on the distribution of land among landowner households suggests the opposite. Both the quantile regressions and the decomposition of the impact according to income indicate an increase in the inequality of the holdings. Land reform reduces the size of the holdings of poor families and those with smaller tracts of land. Concomitantly, it increases the farm size of rich families and those with larger holdings.

Vale a pena ver mais este bom exemplo de avaliação séria de políticas públicas. Artigos assim é que nos ajudam a pensar em políticas sociais sem o viés ideológico ou os espasmos sociológicos de estranhos assessores da mega-burocracia global, a ONU.

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Custos e benefícios da educação

Ontem eu acabei de assistir uma novela interessante: “A ilha de Ruri” (Ruri no Shima). Obviamente, é bem diferente das novelas brasileiras ou americanas em diversos aspectos mas o drama é o mesmo de outros seriados japoneses. O mais interessante, talvez, seja pensar na questão que permeia as ações de todos os personagens da pequena ilha de Hatomi: manter a escola básica aberta, mesmo que importando crianças do resto do arquipélago.

Por que tanto desejo em educar crianças? Veja que a pergunta não é a do economista que, obviamente, sabe a importância de se investir em capital humano. Minha pergunta é: por que tanto descaso, entre tantos que mais precisam de ensino a respeito do mesmo, no país do PAC, da corrida eleitoral ilegal, das invasões ilegais de terra, da desigualdade de renda que é confundida com desigualdade racial, etc? Não se vê, por estas bandas, uma novela que mostre gente obstinada em colocar crianças na escola, não para doutriná-las e nem para transformá-las em bucha de canhões bolivarianos.

Se há uma diferença cultural, a mesma deve ser entendida além da baboseira do boteco. Trata-se de pensar como Tabellini (procure pelos últimos artigos de Guido Tabellini) e Roland Benabou. Chegou a hora de encararmos o desafio maior: entender, não apenas que instituições são boas para o desenvolvimento, mas também o que são estas instituições.

A despeito disto tudo, a novelinha de Ruri me agrada. Mas eu sou suspeito. Eu gosto de ouvir Richard Wagner, gosto de dramalhões japoneses e sou apaixonado por uma descendente do povo de Okinawa…

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Ilógicas Brasilianas

Enquanto o país sofre um processo incrível-horroroso-notável-absurdo de desindustrialização, o governo que não viu crimes contra a lei praticados por gente sem-terr..digo, sem vergonha, investe pesado no trigo.

Bem-vindo ao final de semana. Cadê aquele sociólogo estranho da ONU para falar do genocídio causado pelos invasores de terras alheias?

p.s. o Diogo Costa está em Belo Horizonte hoje, mas se escondeu. Não faço idéia de onde se encontra.