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Após a chuva, a bonança pode até não vir, mas pode-se ter um ou outro arco-íris

Eis aí algo que não se vê todos os dias. Pausa no blog para descanso e reflexão sobre o futuro.

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Divulgação cultural: Mais um Encontro Liberal

Programa do Encontro Liberal em Goiânia

Segue a programação do Encontro de Pensadores Liberais que irá ocorrer na Universidade Federal de Goiás, no sábado, dia 12 de abril de 2008. Em breve estaremos divulgando a sala em que o Encontro será realizado.13:30 horas: Inscrições (gratuitas)14:00 horas: Abertura14:10 às 16:00 horas: O Caminho da Servidão, uma discussão sobre Estado e Liberdade16:00 às 16:15 horas: Intervalo

16:15 às 18:15 horas: Crise Americana: Falta ou Excesso de Estado?

18:20 às 18:30 horas: Encerramento

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Bem, bem, se você não sabe, isto é obra do Adolfo e é com ele que você deve conversar se quiser se inscrever. Novamente, sem um único tostão dos auto-proclamados promotores da cultura – nem os privados, nem os públicos. Eu já penso em fazer um em Belo Horizonte, na tradição deste do Adolfo.

Eis aí minha idéia: uma versão belorizontina do encontro liberal do Adolfo. Coisa de um dia. Posso pedir uma ajuda da instituição em que trabalho para reservar uma sala para o encontro. Imagino que tenhamos umas doze ou treze pessoas. Caso a idéia vingue, posso até repensar o espaço.. Bem, vamos começar do zero: quem tiver interesse, mande-me um email.

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Simon Bolivar: um empresário vítima da insegurança jurídica

Os bolivarianos adoram citar Bolívar. Mas o que sabem de sua vida? Provavelmente nada. E o mais irônico: o texto faz a ligação entre nossa discussão sobre empreendedorismo e, claro, o bolivarianismo (só que o verdadeiro, não o falso). Aliás, parafraseando Hayek, a gente poderia começar aqui uma série de posts contra os revisionistas (estes que negam o genocídio e estes que chamam Bolívar de socialista) chamado: “Bolivarianism: true and false”.

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Leitura recomendada

Várias vezes citei aqui este texto do Hayek. Com a biblioteca virtual do HACER, finalmente, tem-se o acesso ao texto, ainda que em espanhol. Recomendo-a principalmente para economistas porque muitos de nós, entre um e outro momento da vida, ficamos com aquela impressão de que economia é só matemática ou que economia é só verborragia e toda aquela história toda que discuti ontem no Ordem Livre.

Não sou professor de Filosofia ou de História do Pensamento Econômico, mas se fosse, certamente promoveria um debate somente sobre este texto, em sala de aula. Trata-se de um notável exemplo de como um economista pode pensar ser um liberal enquanto, na verdade, é quase um fascista/socialista…e vice-versa. Há muitas nuances nesta história de chamar alguém de “individualista”. Muita gente boa recebe péssima educação de doutrinadores escolares e, por falta de acesso a alternativas (e eles é que dizem que “um outro mundo é possível”…), perde-se em confusões das mais loucas.

Pois o texto de Hayek é um pingo de mel em meio a esta loucura. Trata de dois conceitos de individualismo, que ele chama de “falso” e “verdadeiro”, com muita propriedade. Se você gosta de ter uma opção de leitura para aquela viagem de ônibus ou para um intervalo entre as batalhas do seu dia-a-dia, eis um bom texto.

Após sua leitura, garanto, você repensará várias coisas que já ouviu.

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Cultura e economia

Para ajudar os leitores que acompanham nossas conversas sobre empreendedorismo, eis o que é aceitável, para mim, em termos da definição de “cultura”. Não é fácil, como já disse aqui antes, definir isto. Afinal, cultura é algo que muda a cada segundo, a cada nova criação humana (chego a pensar, muitas vezes, que este papo de preservar patrimônio histórico é coisa de gente com sonhos de monopólio nas preferências artísticas dos outros).

De qualquer forma, é necessário entender corretamente (ou pelo menos operacionalmente) o conceito antes de jogá-lo no lixo ou adotá-lo nos estudos. O debate sobre empreendedorismo (use a caixinha de busca aí ao lado) que segue aqui, obviamente, não foge à regra.

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Relações Internacionais para dummies – I

Diz o Selva:

A Irrelevância do Itamaraty

Está claro que os governos europeus estão se esforçando em barrar a invasão de imigrantes brasileiros ilegais. Todo mundo vê isso, com a óbvia exceção dos barbudinhos delicados do Itamaraty, ocupados em proteger os terroristas das FARC e em comprar perfumes caros e roupas de seda. Vejam este caso na Irlanda em que o governo irlandês simplesmente ignora a embaixada brasileira. Se tivéssemos um governo responsável, com um pingo de vergonha na cara, teríamos um ministério das relações exteriores que não fosse motivo de gozação e ridículo internacional.

Aguardo ansiosamente por mais uma retaliação inteligente do nosso governo, provavelmente com a tal reciprocidade (que não vale quando o assunto é FARC, claro). O que será que mais incomoda os nossos bons diplomatas no governo atual?

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Então você quer ser federalista, né?

Federalismo é um belo nome para um balaio de gatos. O governo brasileiro se diz federalista. O dos EUA também. E o da Suíça. Não faltam federalismos na praça. Mas o da Suíça, quero crer, funciona de fato.

Um tema que me intriga é o seguinte: 100% dos economistas no mundo falam dos benefícios da competição entre governos subnacionais, inclusive em termos de impostos menores. Mas, no Brasil, eu raramente ouço algum tipo de proposição similar. Aliás, sempre ouço o oposto (refiro-me à tal “guerra fiscal”). Na minha opinião, o problema passa pela discussão da não-rigidez da restrição orçamentária, mas posso estar enganado.

Palpites?

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Nunca antes na…pensando bem…já…deu impeachment

“Dilmagate”: assessora da “mãe” fez o dossiê.

A secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, petista, militante, há muito tempo o “braço-esquerdo” ou “pau pra toda obra” da ministra Dilma Roussef, deu a ordem para a organização do dossiê com todos os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, de sua mulher, Ruth, e ministros da gestão tucana, que foi publicado pela Veja, que tinha como objetivo ameaçar a Oposição na CPMI dos Cartões Corporativos. A Folha de São Paulo teve acesso ao documento integral. É um verdadeiro escândalo. Como o tema tem sérias conotações com as práticas mafiosas, o escândalo poderia ser chamado de “Mamagate”. Mas “Dilmagate”está de bom tamanho, tendo em vista as impressões digitais. Agora sim Lula poderia ligar para o Bush e perguntar como é que eles tratam uma falcatrua destas. Lá, ao que parece, demite-se todo mundo e ainda cai o Presidente. Assinantes da Folha lêem na íntegra aqui. Ou aqui na Folha Online.

Já está mais do que suficientemente demonstrado, acho, que isto não abala a popularidade do presidente. Nem é preciso financiar pesquisadores para entender o assunto. É só olhar para George Bush e o que acontece com ele. A diferença, claro, é que não há um único humorista no Brasil que tenha coragem de fazer algo próximo ao That’s my Bush ou The Little Bush. O medo de ser crucificado pelos neocons brasileiros é muito forte.

Acima de tudo, o caso é feio pela sua origem: a recusa do presidente de, simplesmente, mostrar detalhadamente seus gastos. Nada mais igualaria o Brasil à Inglaterra pré-Revolução Gloriosa ou a outros regimes medievais. Devemos ser o que Hegel chamava de – cito de memória – frangalhos da história que resistem, ainda, ao próximo movimento dialético. Vai dialética, anda e termina logo com esta etapa triste da história brasileira!

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Empreendedorismo: um conceito exploradíssimo e mal definido?

O Nemerson Lavoura bem que poderia vir aqui analisar um pouco do que já foi debatido. Os três últimos posts – os mais recentes – acenderam um debate maior (e incendiário).

Todo mundo fala do tema, mas o xará me chamou a atenção para o ponto central: sua definição é a menos clara. Ou engloba de bandido e militante da FARC até o presidente da FIESP, ou é algo mais restrito (ou mais amplo!).

Bem, intervalo para o café.