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Papel do Estado: acobertar terroristas?

Ao apreender o arquivo pessoal de Raul Reyes, o número dois das FARC, encarregado das relações internacionais da narcoguerrilha, contido em três computadores e diversos escritos, o Governo de Álvaro Uribe dá um golpe mortal nos diversos governos latino-americanos que prestam apoio financeiro, militar e logístico aos seqüestradores. Em menos de 24 horas, o Governo da Colômbia já comprovou íntimas ligações do Governo do Equador com as FARC. Outros países poderão estar citados na troca de correspondência interna e externa de Raul Reyes, que não utilizava código algum. A Colômbia, com este material explosivo em mãos, deve estar aguardando ansiosa uma reunião da OEA ou de qualquer outro organismo internacional. Também poderá apresentar fotos de satélite, por exemplo, mostrando acampamentos das FARC dentro da Venezuela e do Equador. A Colômbia está defendendo a sua soberania ameaçada por um grupelho reunido em torno do Foro de São Paulo que, como primeiro passo, pretende varrer a influência norte-americana do continente para, em seguida, implantar o socialismo na região. Os documentos apreendidos mostram toda a estratégia das FARC: usar a libertação de reféns para promover os líderes socialistas da região e ir torniqueteando Álvaro Uribe. O que tivemos neste final de semana, não foi somente a morte da principal liderança internacional das FARC. Tivemos a morte de uma estratégia. Por isso, os cães estão tão raivosos.

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