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Pergunta simples

Quantos simpatizantes e militantes de esquerda você já viu condenarem, com veemência, as FARC? Ah sim, eu pensava naquele lero-lero da tortura que é sempre um motivo emocional muito bom na hora de se falar dos anos de chumbo.

Vamos ser francos: existe muita hipocrisia nesta história da esquerda brasileira nunca condenar seus aliados em casos de tortura e xingar o Bush por conta de Guantánamo. O pior é que, neste caso, é perigoso até haver um precedente jurídico razoável.

Mas tudo bem, o que importa é que o presidente é um brasileiro que saiu da classe operária não é mesmo? Nada mais importa e, claro, se fulano de São Paulo ou da Bahia já fizeram xixi na cadeira, o operário também pode, certo? O critério é apenas o da igualdade (todos podem), sem eficiência (fazer m….).

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“Fulano de tal é arrogante, mas é inteligente”

Diz a língua (ultra)-pátria:
Foi encontrada 1 entrada.

inteligente | adj. 2 gén. | s. m.

inteligente


do Lat. intellegente

adj. 2 gén.,
que compreende facilmente;
que raciocina;
que aprende bem;
conhecedor;
entendido;
hábil;
sensato;
atilado;
s. m.,
aquele que actua como juiz ou director de uma corrida de touros.
 
Sempre fiquei intrigado com a frase do título deste post. Como é que a sensatez, por exemplo, compatibiliza-se com a arrogância? 
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Paridade do poder de compra

Outro dia eu fiz uma comparação entre Cuba e o Brasil e o Adolfo ficou bravo: “- Mas Shikida, que números são estes?”

Foi aí que ele resolveu fazer esta crítica ao conceito da paridade do poder de compra. Eu concordo com ele: devemos olhar os números com cautela. Por outro lado, dados da ditadura cubana (quem, no Brasil, gosta daquilo? Quem? Quem?) são difíceis de serem encontrados. Ainda mais os que ilustram aspectos econômicos (ou seja, de bem-estar) da ilhota. Assim, para falar um pouco da mediocridade econômica bolivariana (quem, no Brasil, gosta daquilo? Quem? Quem?), tive de usar os dados da Penn World Tables (nem vou dizer que este blog possui uma coluna de links fixos…).

Se Adolfo for levado a sério, meu artigo mostrará, tenho quase certeza, que anos de políticas econômicas baseadas (segundo os discursos oficiais) no marxismo (e, portanto, na “teoria” do valor-trabalho) levaram o povo a uma vida notavelmente péssima. Não adianta chorar: são os fatos.

Você sabe porque cubanos exilados no Brasil não criticam o regime cubano abertamente? Eu conheci um, há muito tempo. O homem temia pelas “rações” que a família recebia em Cuba. Gente simpática ao regime cubano (quem, no Brasil, gosta daquilo? Quem? Quem?) ajuda o (pouco investigado por nosso jornalismo investigativo) serviço secreto da família real “Castro” a denunciar todo cubano exilado que fala mal das calças do general Castro ou da política econômica de seus (desconhecidos) burocratas.

Por baixo da paridade do poder de compra, realmente, muita coisa existe. Muita coisa que nem sempre cheira bem…

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E a linguiça continua…

Diz o nosso conhecido Tambosi:

Ôps, não se trata de pornografia. É que o Claudio, do De Gustibus, se prepara para lançar um livro com o título Tire a mão da minha lingüiça: um guia para CEO’s com déficits de atenção. Também não é obra de economia, embora ele seja professor da área (Ibmec-Minas), mas um livro de crônicas que você já pode espiar aqui.

Sim, o livro já foi para a gráfica (o desastre à literatura nacional já está feito) e deve ter, também, uma versão e-book, ambas à venda. Eu não acho que vá vender muito mas confesso que me diverti muito neste processo de “fazer” um livro. Não sei se o Albano também se divertiu (o editor independente que caiu na minha conversa), mas sem dúvida alguém ganhará algo com isto tudo. Espero que seja eu o felizardo.