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Próxima parada: Macau

O setor privado brasileiro já está de olho em Macau. Qual será o potencial de exportações? Eu diria que um bom estudo econômico sobre Macau seria de interesse agora. Mas isto é apenas uma sugestão para empresários profissionais, não para os rent-seekers que infestam a selva.

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Shochu (Soju, em coreano) salva o dia

Agricultural Sheet Made from Shochu Lees Developed 02/21/2008 12:34

An agricultural cooperative in Kagoshima Prefecture has developed a multi-purpose sheet for agricultural use made from potato shochu lees. Farmers in the prefecture are expected to begin using it this year. The sheets are used to cover the ridges of planted areas to preserve heat and prevent weeds from growing. Most sheets are made of plastic, but the new sheets are biodegradable

Shochu de batata doce é a coisa mais gostosa do mundo (depois dos Shochus feitos de outras coisas, do Sakê e, claro, da cervejinha). Não apenas é delicioso como também ajuda na agricultura. Esqueça os biocombustíveis ou as sementes geneticamente alteradas: isto sim é notícia importante para os agricultores! ^_^

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Uma proposta para o estabelecimento de um mercado para alocar órgãos humanos para transplantes

Eis o texto (muito interessante) do médico que propõe um esboço de como poderiam ser os incentivos em um mercado como este. Mais ainda, ele discute e refuta argumentos ingênuos – mas comuns – que existem na praça dos docinhos ideológicos. Tema interessante e polêmico, certamente aguarda por alguém que faça um debate sério no Brasil a respeito. Como assim “sério”? “Sério” quer dizer sem medo do debate e sem argumentos falsos como “não podemos debater isto porque diminuirá o número de doações”. Algo que equivale a dizer que deveríamos debater roubalheira na administração da Silva um bocado pois, o simples ato do debate aumentaria a não-roubalheira…

Se as vidas humanas merecem respeito, debater sobre alternativas de garanti-las, sob o império da Lei (= lei que respeita os direitos de propriedade, não falo do “MST dos órgãos”, aquele que acha que pode arrancar seu fígado para “fins sociais”…) só pode nos fazer bem.

A propósito, uma versão preliminar de um artigo que eu e o Ari publicamos há alguns anos tocou no tema. Embora simples, é justamente este o melhor aspecto do artigo: didático e esclarecedor sobre como funciona, teoricamente, um mercado para órgãos humanos. De quebra, um esboço de cálculo sobre quanto um médico gostaria de receber, no mínimo, para se corromper e alterar a fila de espera.

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Dê-me um sucesso protecionista e te darei um milhão de sucessos não-protecionistas

Diz Selva:

Mais Um Livro Contra o Livre-Mercado

O velho mantra se repete: “The people referred to in the title of Ha-Joon Chang’s book, “Bad Samaritans: The Myth of Free Trade and the Secret History of Capitalism,” are advisers from rich nations who tell poor countries to embrace free-trade policies that rich nations themselves never practiced”. Uma curiosidade sobre esses pesquisadores: por que eles nunca pesquisam histórias de sucesso protecionista, como a lei da informática que vigorou na selva?

Boa pergunta. Com a palavra, os pterodoxos.