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Mercado de órgãos humanos para transplantes: o debate

Foi só eu falar aqui que estava à espera do video ou do podcast do debate do CATO que os caras já colocaram o segundo online. Vou ter que falar pro Diogo, do Ordem Livre, para começar a trabalhar mais: as coisas demoram muito no Brasil. Ha, ha, ha.

Diogo, deixa de moleza e turbina este site, pô! Neste ritmo, os neo-cons latino-americanos (composto, dentre outros, por pterodoxos, sindical-corporativistas e mais uma turba de gente) continuarão deitando e rolando…com o nosso dinheirinho.

Sem  falar na questão – já citada aqui – de melhoria na qualidade do debate (debate?) nacional.

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Great Moments of the Heterodox Mind(s)

Cristovam: ética não é prioridade.

Dora Kramer, do Estadão, aborda a relação promíscua do Senador Cristovam Buarque(PDT-DF) com a ética, tendo em vista o seu apoio não só ao reitor corrupto da UNB, que teria apenas cometido um “equívoco de prioridades” torrando grana pública em decoração, mas também a Carlos Lupi, Presidente do PDT, que acumula o cargo de Ministro do Trabalho, distribuindo dinheiro público a aliados políticos, inclusive com indícios de superfaturamento. O ex-candidato a presidente da República é, sem dúvida, a grande revelação de 2008 no Senado, junto com “Vilvam” Borges, mostrando-se como um dos maiores equívocos políticos que o brasileiro já cometeu. Leia aqui.

Para quem não se lembra, Cristovam Buarque foi um cara que tinha uma estranha idéia de revalidar diplomas de doutores de quatro em quatro anos. Também é tido por alguns pterodoxos como gênio da raça. Bem, aí está: é humano como qualquer outro. Comete erros. Bem, alguns seres humanos cometem menos erros, mas para isto existe a boa vontade de nossos políticos que usam o Estado para nos incomodar (como na proposta de exame de próstata citada ontem, neste blog) ou nos humilhar.
Triste momento do pensamento brasileiro, grande momento para o corporativismo. E em Brasília, capital do sindical-corporativismo desenvolvimentista. Nada mais adequado.
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Thunderbirds are Go

Outro dia tive o prazer de comprar o box dos Thunderbirds, um seriado que eu via quando era muito, mas muito novo (ou seja, isto foi há muito, mas muito tempo atrás). Resumo a história: existe lá uma ilhota onde um milionário ex-astronauta e seus filhos criaram uma tal de “Resgate Internacional”. Há um suporte britânico na pessoa da finíssima lady Penelope e seu mordomo-chofer que cuida do clima mais “misterioso” das histórias.

Ok, a atração toda eram os marionetes e as geringonças da equipe. Toda criança queria ter uma ilhota daquelas com as naves, submarinos e tudo o mais.

Como elemento de diversão, a série era genial. Mas a vida passa e, infelizmente ou não, a gente cresce. E aí você pergunta: como é que um ex-milionário conseguia manter tudo aquilo? Quem pagava as contas da Resgate Internacional? Eles não cobravam pelos resgates? Como é que eles conseguiam ter uma localização secreta, uma vida algo sigilosa e, ao mesmo tempo, captar dinheiro para manter a equipe?

A beleza da fantasia é, creio, justamente você saber que estas perguntas são, sim, importantes mas, ao mesmo tempo, saber também que respondê-las tiraria toda a graça da história. Assim, crescer é, em certo sentido, saber que fantasia e realidade não são a mesma coisa. Acho que alguém já disse isso, mas não custa reafirmar…

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Mercado de órgãos (mais um capítulo do “Laboratório Blogosférico de Desenvolvimento Intelectual”)

Quando é que o CATO disponibilizará o video do evento? Eu sugiro a você, estudante de economia, que o assista (quando disponibilizado) e abra a discussão com os colegas e professores. É importante – na formação intelectual de qualquer um – a capacidade de ser crítico quanto à ortodoxia ideológica brasileira o que, para mim, é sinônimo de gente que não gosta de discutir nada que envolva uma solução de mercado porque: (i) não entende, (ii) não entende, mas usa o “vocês, economistas, são muito XX ou YY e por isto não entendem a importância do problema”, (iii) entende, mas não tem contra-argumento, (iv) entende, mas quer mesmo é doutrinar você, (v) entende, mas não só quer doutrinar você, como também quer fazer confusão e chama urubu de meu louro ou “mercado” de “George Bush (este, supostamente um demônio, enquanto a esquerda brasileira é sempre boazinha e santa, a despeito de tudo).

Agora que você já riu um bocado, limpe a mente e pense: seria o mercado citado no título deste post algo que salvaria a vida das pessoas? A quem interessa a sua não-existência? E a quem interessa o oposto? Por que o medo da discussão? Qual seria o impacto do dito mercado (caso implantado) no Brasil? Como você poderia estimar isto?

Eis aí o exercício do dia de nosso LBDI (o tal “laboratório”, palavra da moda na faculdade). Caso queira, comente.