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Centenário da Imigração – I

Primeiro “presente” deste blogueiro. Este vídeo:

Quer saber mais sobre isto? Que tal começar sua pesquisa sobre este clássico do cinema japonês? Ficou na vontade? Procure por “Tawaraboshi Genba” (俵星玄蕃). A propósito, o ator é Toshiro Mifune. Já o grande intérprete da música-teatro acima (chamada roukyoku, 浪曲) é Haruo Minami, um falecido mestre da voz na música japonesa.  

Pronto. Hoje você aprendeu um pouquinho mais sobre a cultura dos imigrantes japoneses.

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Você tem grana e estuda em uma faculdade boa?

Ei, eu disse “estuda”, não “frequenta”, ok? Tá, então, agora que estamos de acordo, veja só que interessante esta dica do Filisteu (via e-mail):

What Makes an Entrepreneur?
Simeon Djankov
Yingyi Qian
Gérard Roland
Ekaterina Zhuravskaya*
January 2008
Abstract We test two competing hypotheses on what makes an entrepreneur: nature – attitude towards risk, I.Q., and self-confidence; or nurture – family background and social networks. The results are based on data from a new survey on entrepreneurship in Brazil, of 400 entrepreneurs and 540 non-entrepreneurs of the same age, gender, education and location in 7 Brazilian cities. We find that family characteristics have the strongest influence on becoming an entrepreneur. In contrast, success as an entrepreneur is primarily determined by the individual’s smartness and higher education in the family. Entrepreneurs are not more self-confident than non-entrepreneurs; and overconfidence is bad for business success.

Interessante, não? “Empreendedorismo” é um dos tópicos que, recentemente, têm sido mais bem tratados na Teoria Econômica. Após uma longa pausa (desde os insights de Schumpeter), economistas passaram a dar mais atenção ao tópico quando iniciaram os estudos sobre teoria da agência (agente-principal). Claro que, por fora, sempre houve Israel Kirzner, repetindo e repetindo.

O estudo acima me faz pensar em quão pouco sabemos sobre o tema. Afinal, como já disse Baumol (e já citamos muitos estudos sobre o tema neste blog), há empresários que usam seus talentos para um capitalismo produtivo e há os que colam na burocracia, em busca de privilégios. O artigo acima nem arranha esta questão, mas creio que este é o próximo passo para que possamos entender melhor que tipo de empresário gera mais (e mais duradoura) prosperidade e qual é que devemos evitar.

Lamentavelmente, o preconceito e a ignorância de muito professor de faculdade de Administração prejudica o conhecimento e a leitura de textos como este por parte de seus alunos (e do próprio professor), o que difunde uma visão prejudicial sobre o papel do empresário na sociedade. Estatisticamente, contudo, é impossível que todos sejam preconceituosos o tempo todo, o que me dá uma esperança de que, em algum lugar, neste Brasil, há um professor de Administração que realmente ensina empreendedorismo como fonte de auto-crescimento, eficiência e prosperidade ao invés de simplesmente ensinar como maquiar documentos para conseguir uma linha de crédito pública.

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Boa auto-entrevista

Adolfo levanta bons pontos aqui. Ah, sim, para aqueles que negam a ciência (“são apenas dados, isto não é nada” e outros argumentos falaciosos), eis aqui uma boa contabilidade.

Fonte: Esta.

Adolfo não poderia ter mais razão. A despeito da gritaria bolivariana (= socialistas sob nova direção), os mortos falam mais alto. Bem mais.