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Inflação é igual a mulher do vizinho: vira a cabeça de qualquer governante

Lembra das Malvinas? Pois é. Agora outro presidente tenta reinventar a “ameaça externa”. Vizinho nosso, claro.

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Da série: ah, se o povo da igreja católica do Brasil fosse mais instruído…

A “Marketless World”? An Examination of Wealth and Exchange in the Gospels and First-Century Palestine

by Edd S. Noell

Research on the economic context of Jesus’ teaching on wealth and exchange points to the need to take into account the nature and extent of market arrangements in first-century Roman Palestine. This context involves changing relations among reciprocity, redistribution, and market exchange. Studies of the relevant archeological evidence point to intra- and inter-regional trade, increasing specialization, and monetization. This article claims that in the Gospels we find Jesus recognizing a growing role for market exchange and a legitimate pursuit of economic gain through risk-taking alongside of the need for the practice of general reciprocity. Perceived hostility toward wealth and market exchange is explained in terms of the institutional features of the Palestinian agrarian economy, including extractive wealth transfer by the Roman state and religious authorities. The article concludes that Jesus’ teachings on wealth and market exchange have greater moral relevance to modern economic life than is commonly thought.

Eu não tenho o acesso livre ao artigo, mas bem que eu gostaria. Contudo, pode-se entender mais sobre as idéias de Noell aqui.

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Os (complicados) universitários

Uma:

Seguranças privados, que auxiliam a Polícia Militar na segurança do carnaval de Cláudio, no Centro-Oeste de Minas, detiveram um universitário, de 22 anos, que soltou três bombas na praça Levi Vitoy, no centro da cidade. O incidente ocorreu por volta das 20h30 da noite desse domingo, quando os foliões começavam a chegar ao local para pular o carnaval.

Outra:

Familiares do empresário Fernando Felix Paganelli de Castro, 48, morto no acidente de carro da Raja Gabáglia, prometem mobilizar outras vítimas de desastres de trânsito para cobrar da Justiça uma punição mais severa para essas ocorrências. O empresário Paganelli ia para o trabalho, por volta das 4h30 da última sexta-feira, quando o Citroën Xsara que ele dirigia foi atingido pelo Honda CV-R de Gustavo Bittencourt, 22, que guiava embriagado e na contramão.

Nem tudo é alegria na vida dos universitários…

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Hummm…

Note alguns trechos desta reportagem que sugere mais um exemplo de “falha de governo” (negritos por minha conta):

Trio elétrico atropela e mata 2 garotas em MG

Caminhão desgovernado deixou mais 12 pessoas feridas durante desfile em Sabará

Eduardo Kattah

Uma menina de 6 anos e uma adolescente morreram ao serem atropeladas por um trio elétrico no início da madrugada de anteontem durante o desfile de um bloco carnavalesco em Sabará, na região metropolitana de Belo Horizonte. Pelo menos outras 12 pessoas foram atingidas pelo veículo e ficaram feridas. O acidente ocorreu por volta de 0h15, quando era grande a aglomeração de foliões no centro histórico da cidade. O caminhão de som, que seguia à frente do Bloco Mama África, desceu desgovernado a Rua Borba Gato, em frente à Câmara Municipal, e atropelou os populares que acompanhavam o desfile na lateral direita da ladeira.

(…)

O motorista relatou que ao perceber o problema nos freios, engatou ré e soltou a engrenagem, conseguindo assim parar o veículo e evitar uma tragédia maior. Ele prestou depoimento na 30ª Delegacia Regional da Polícia Civil e foi liberado em seguida. Um exame irá constatar se o motorista apresentava embriaguez. Um inquérito foi aberto para investigar as causas do acidente. O veículo foi encaminhado para a delegacia para a perícia mecânica.

Em nota, a prefeitura de Sabará afirmou que o caminhão foi aprovado em vistoria técnica da polícia e do Corpo de Bombeiros para operar como carro de som. Conforme o prefeitura, as vistorias atestaram “o preenchimento dos requisitos técnicos e legais para a prestação do serviço”. A prefeitura informou que só contratou a empresa Apollo, responsável pelo caminhão, após a apresentação da documentação exigida.

O comandante do pelotão dos Bombeiros de Sabará, tenente Ronaldo Rosa Lima, isentou a corporação de responsabilidade. “O trio elétrico faz parte do evento e todo evento estava liberado, sim. O Corpo de Bombeiros é responsável por constatar se havia geradores de emergência e extintores. E estava de acordo.” Nenhum representante da Apollo foi localizado ontem pela reportagem. A informação era que o responsável pela empresa estava viajando. A Prefeitura decidiu suspender preventivamente a participação dos trios nos desfiles.

Por que eu desconfio desta história de dizer que a “papelada estava em ordem”? Porque me dá uma impressão de que, na verdade, pode-se burlar a fiscalização que for (ou pode-se fazer a pior fiscalização do mundo) que, no final das contas, no Brasil cartorial, o que vale é um carimbo.

Dá a impressão de que estamos diante de mais uma “falha de governo” clássica dos livros-textos de Escolha Pública.