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Desconstruindo Michael Moore…

…é o título que eu daria para este ótimo artigo do John Stossel que entrevistou o sempre eloquente (embora bem menos falante, quando o assunto é Chávez ou Morales?) Moore.

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Os catastrofistas perdem mais uma

Sabe aquela história de que “videogame é coisa maligna” e tal? Pois é. Graças à tecnologia, ficou difícil repetir este bordão nas consultorias (e entrevistas) picaretas. Nas outras, tudo bem. Mas não me refiro a elas.

A pergunta que sempre me faço é: por que pessoas não conseguem ser bem resolvidas com a tecnologia? Adoram falar dela, mas basta terem suas profissões ameaçadas que já se transformam em ascetas naturalistas (Gaia, o espírito da Terra!). A vida é assim, gente. A criatividade humana, como disse Julian Simon, é nosso último recurso e, como tal, pode ter usos mais ou menos destrutivos. Agora, difícil mesmo é dizer que o uso é ou não destrutivo. Nem sempre isto é trivial. Aliás, nunca o é.  Sim, eu sei, uma coisa é desenvolvimento tecnológico, outra é desenvolvimento institucional. Claro, da moral e cívica de cada um, nem digo…

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Grandes momentos da esquerda anaeróbica (colombiana)

Calma, gente. Não dói no de vocês não. Mas é bem interessante ver como as FARC são queridas pelos seus (ex-)membros. É um desejo de ser um estado dentro do estado (sim, tudo em minúsculas). Coisa de gente muito esperta que tem um discurso “social” e uma prática diabólica (opa, agora a blogosfera nacional ofendida vai me catalogar como “cristão” conservador. Ai, ai, ai…).

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Educação

Selva disse tudo. Portanto, segue, na íntegra:

O Custo da Educação Superior

O debate nos EUA sobre o custo da educação superior é este. Na selva, não há debate. Os privilegiados não pagam nada para estudar nas universidades públicas, onde graduam em invasão de reitoria e militância petista. Nas universidades privadas, de porta de cadeia, pagam relativamente muito por um diploma que não vale absolutamente um centavo. O fato é que ensino superior na selva é como o ensino básico, tem péssima qualidade. Uma das poucas idéias boas para monitorar as universidades no Brasil, o provão, foi abandonado por consenso. Alunos, por saberem que não aprenderam nada, professores, por saberem que não podem ensinar o que não sabem, e administradores, que nas universidades públicas querem usar seus cargos como trampolim político, e nas universidades privadas querem fazer dinheiro fácil, todos eles ficaram contentes com o fim do provão. Uma das conquistas do governo do PT.