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Hipocrisias e Acrônimos

Vem cá, se o corte de juros do FED amaciar a crise, vão dizer que o mérito é do PAC? Não duvide. Há blogueiro por aí que não suporta a realidade e se refugia em argumentos tão machadianos (de belos parágrafos) quanto orelhudos (de errados em relação à economia).

p.s. a UE ainda é séria, a despeito das burradas que fazem com suas fantasias politicamente corretas.

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Orkutanos

Duas diferentes mensagens em comunidades do Orkut trouxeram as pessoas até aqui. Sim, aqui mesmo, neste blog. Ué, bem-vindos. Se não gostaram, valeu a visita. Se gostaram, voltem sempre.

Dêem uma olhada no “sobre este blog” e, claro, nesta página. ^_^

Obrigado, Cibele, pelo gentil comentário.

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O que ele anda lendo (gerundismo compatível com o momento)?

Depois, durante discurso, Lula disse que ficou triste ao “ler artigos de de pessoas que parece que estão torcendo para que a crise americana crie algum problema para o Brasil”, um “tipo de gente que não se conforma das coisas estarem dando certo neste país, que não se conforma que as coisas andem bem, que o povo esteja vivendo um momento de otimismo que há muito não vivia”.

Gente, gente, quem é o malvado pessimista que escreve coisas assim, anti-patrióticas, contra o Bolsa-Família, com claras intenções golpistas ou neoliberais? Quem, em sã consciência, atreve-se a ser pessimista nestes anos dourados da administração da Silva? Quem, meu Deus!? Quem?

Talvez seja assim que os não-aliados sejam vistos pelos entusiastas do bolivarianismo brasileiro:

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Um artigo (para jornal) otimista

Assim se inicia o artigo de Alex Tabarrok:

Forget the talk of recession. The world is about to enter a new era in which miracle drugs will conquer cancer and other killer diseases and technological and scientific advances will trigger unprecedented economic growth and global prosperity.

Pie in the sky optimism? Perhaps. But there are reasons to be optimistic, and they rest not on science fiction but within the badly misnamed “dismal science,” economics.

To understand why economics triggers such optimism, imagine that there are two deadly diseases. One disease is relatively rare, the other common. If you had to choose, would you rather be afflicted with the rare or the common disease?

Termine de ler aqui.